10:01 25 Junho 2021
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    Bom dia! A Sputnik Brasil traz as notícias mais importantes desta quinta-feira (31), marcada pela aprovação de vacina contra COVID-19 na China, pela decisão dos EUA de impor tarifas contra produtos da União Europeia e decisão de Bolsonaro sobre o salário mínimo de 2021.

    Restrições contra COVID-19 são ignoradas durante Ano Novo

    Praias lotadas e festas de grande porte são reportadas nos principais centros turísticos brasileiros durante o feriado do Ano Novo. Em São Paulo, as prefeituras do litoral norte do estado não seguem as normas do governo do estado e permitem o funcionamento normal de estabelecimentos comerciais, como bares e restaurantes, reportou a Folha de São Paulo. Nesta quarta-feira (30), no entanto, o número de mortes por COVID-19 atingiu seu número mais elevado desde meados de agosto, com 1.224 novos óbitos. O número de casos também avança, com 55.853 registrados nas últimas 24 horas. Ao todo, o Brasil registra 193.940 mortes e 7.619.970 casos de COVID-19, segundo consórcio entre veículos de imprensa e secretarias estaduais de saúde.

    Praia de Ipanema lotada no Rio de Janeiro, em meio à pandemia, 20 de dezembro de 2020
    © REUTERS / Pilar Olivares
    Praia de Ipanema lotada no Rio de Janeiro, em meio à pandemia, 20 de dezembro de 2020

    Bolsonaro anuncia salário mínimo de R$1.100 em 2021

    Nesta quarta-feira (30), o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, informou que fixará o salário mínimo nacional em R$ 1.100,00, um aumento de 5,26% em relação ao piso atual. A medida será aplicada por medida provisória e entrará em vigor em 1º de janeiro, informou o presidente em rede social. "O valor de R$ 1.100,00 se refere ao salário mínimo nacional. O valor é aplicável a todos os trabalhadores, do setor público e privado, e também para as aposentadorias e pensões", disse Bolsonaro. O valor não deve representar um aumento real no poder de compra dos brasileiros, uma vez que a inflação deve fechar o ano com alta de 5,22%, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), medido pelo IBGE.

    Presidente Jair Bolsonaro em cerimônia no Palácio do Planalto
    UESLEI MARCELINO
    Presidente Jair Bolsonaro em cerimônia no Palácio do Planalto

    China aprova vacina contra COVID-19 para uso no país pela 1ª vez

    Nesta quinta-feira (31), a Administração Nacional de Produtos Médicos da China (NMPA, na sigla em inglês) aprovou condicionalmente a vacina contra COVID-19 produzida pela Sinopharm para uso no país. Esta é a primeira vacina aprovada pela China para uso público. "A vacina será distribuída de graça para toda a população chinesa", disse Zeng Yixin, diretor adjunto da Comissão Nacional de Saúde (CNS) do país. Resultados preliminares dos testes clínicos da fase três com o imunizante acusaram eficácia de 79,34%, o que atende aos critérios da OMS e da CNS, informou a agência Xinhua. Em junho, a vacina havia sido aprovada para uso emergencial e administrada somente em grupos prioritários.

    Agente da Saúde administra dose de vacina contra COVID-19 na cidade de Hefei, China, 29 de dezembro de 2020
    © REUTERS / Cnsphoto
    Agente da Saúde administra dose de vacina contra COVID-19 na cidade de Hefei, China, 29 de dezembro de 2020

    Fauci projeta volta à situação 'mais ou menos parecida com a normalidade' para 2º semestre de 2021

    O principal especialista em doenças infecciosas dos EUA, Anthony Fauci, disse que a vida no país pode voltar à situação "mais ou menos parecida com a normalidade" no segundo semestre de 2021, durante o outono no Hemisfério Norte. "Até o início do outono, teremos imunidade de rebanho o suficiente para realmente voltarmos a algo mais ou menos parecido com a normalidade: escolas, teatro, eventos esportivos, restaurantes", disse Fauci. Os comentários foram feitos durante debate com o governador da Califórnia, Gavin Newsom, que acabara de anunciar o primeiro caso de infecção no estado pela nova variante do coronavírus, detectada pela primeira vez no Reino Unido.

    Agente da Saúde descansa durante turno em hospital em Houston, Texas, EUA, 30 de dezembro de 2020
    © REUTERS / Callaghan O'Hare
    Agente da Saúde descansa durante turno em hospital em Houston, Texas, EUA, 30 de dezembro de 2020

    Nova variante do coronavírus se transmite 'muito mais rápido' do que o esperado, diz premiê irlandês

    Nesta quarta-feira (30), o primeiro-ministro irlandês, Micheál Martin, disse que a nova variante do coronavírus, identificada pela primeira vez no Reino Unido, está se transmitindo de forma mais rápida do que previam os prognósticos mais pessimistas. "Ainda que as pesquisas internacionais sobre essa nova variante ainda estejam em curso, já está bem claro que estamos lidando com uma variante da doença que se transmite muito, mas muito mais rapidamente", disse Martin. "Realmente, ela está se propagando a uma velocidade superior à prevista nos modelos mais pessimistas." A Irlanda confirmou oito mil casos de coronavírus na última semana, um aumento de 60% em relação à semana anterior. Ao todo, o país registra 2.200 mortes e 90 mil casos de COVID-19.

    Pedestre caminha próximo à grafite do personagem Frankenstein, em Galway, Irlanda, 22 de dezembro de 2020
    © REUTERS / Clodagh Kilcoyne
    Pedestre caminha próximo à grafite do personagem Frankenstein, em Galway, Irlanda, 22 de dezembro de 2020

    EUA impõe tarifas contra peças de aviões e bebidas da França e Alemanha

    Nesta quarta-feira (30), o governo dos EUA anunciou a imposição de tarifas na importação de produtos advindos da União Europeia, como peças de aviões e vinhos franceses e conhaques alemães, informou o Departamento de Comércio do país. A medida foi imposta conforme EUA e União Europeia se engajam em longa disputa sobre subsídios ao setor aéreo, que opõe as gigantes Boeing e Airbus. Em setembro, a Organização Mundial do Comércio (OMC) havia concedido ganho parcial de causa à União Europeia.

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    Tags:
    União Europeia, tarifas, EUA, Irlanda, China, Ano Novo, imunidade, vacina, pandemia, COVID-19, Brasil
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