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    Pandemia de COVID-19 no mundo em meados de novembro (90)
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    No início do mês, governo dinamarquês autorizou o sacrifício de cerca de um milhão de visons depois que o novo coronavírus foi detectado em mais de 40 fazendas de criação desses animais.

    As autoridades dinamarquesas acreditam que a ameaça da nova cepa do SARS-CoV-2 está contida, já que nenhum novo caso de contágio foi detectado, de acordo com um comunicado publicado pelo Ministério da Saúde do país, reproduzido pela agência Reuters.

    "Desde 15 de setembro, não houve novos casos da cepa [Cluster 5] detectada em visons, portanto, os pesquisadores do Instituto de Doenças Infecciosas assumem que é mais provável que essa cepa tenha desaparecido", afirma a nota no ministério.

    Duas semanas atrás, a Dinamarca ordenou que todos os visons cultivados no país fossem abatidos para conter surtos generalizados de COVID-19 em fazendas, uma situação exacerbada pela descoberta de uma variante mutante.

    Vison
    © CC BY 2.0 / Abujoy / Um vison europeu (Mustela lutreola) no zoológico de Osnabrück.
    Vison europeu

    Na quarta-feira (18), o ministro da Agricultura e Alimentação do país nórdico renunciou após a admissão pelo governo de que não tinha a base legal adequada para a ordem de abate, tornando-se uma potencial violação constitucional.

    Os transportes públicos, as competições culturais e desportivas ao ar livre, assim como os bares, restaurantes e cafés poderão retomar a sua atividade a partir do dia 20 de novembro.

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    Pandemia de COVID-19 no mundo em meados de novembro (90)

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    Tags:
    fazenda, Dinamarca, novo coronavírus, COVID-19
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