Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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EUA minimizam custo das sanções contra Rússia ao Ocidente, mas admitem alta no preço do gás

© REUTERS / KEVIN LAMARQUEA porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, durante uma coletiva de imprensa na Casa Branca em Washington, EUA, 6 de abril de 2022
A porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, durante uma coletiva de imprensa na Casa Branca em Washington, EUA, 6 de abril de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 06.04.2022
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Nesta quarta-feira (6), a porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, afirmou que os Estados Unidos estão mitigando o custo das sanções contra a Rússia para si e seus aliados, mas algumas áreas da economia ainda vão enfrentar um impacto negativo.
A porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, afirmou nesta quarta-feira (6) que os EUA estão fazendo o possível para mitigar o impacto das sanções contra a Rússia no Ocidente, mas admitiu que algumas áreas fatalmente vão ser afetadas.
"À medida que tomamos decisões sobre a implementação de sanções, continuamos a fazê-lo sob o prisma de maximizar o impacto na economia russa, enquanto minimizamos o impacto no Ocidente e nos Estados Unidos. Obviamente, há áreas em que houve um impacto, incluindo o preço do gás", disse Psaki a repórteres.
Psaki aproveitou para pontuar que a ideia por trás das sanções é que haja um efeito de dissuasão na Rússia, entretanto, a representante dos EUA observou que apesar de não ser 100% garantido, "se reduzir ou se fizer um líder pensar potencialmente sobre quais ações [...] vai tomar, então vale a pena essa ameaça por meio de sanções".
Na terça-feira (5), a porta-voz destacou que a liberação histórica da Reserva Estratégica de Petróleo dos EUA para os próximos seis meses, sobretudo, vai beneficiar o mercado interno norte-americano, embora não de imediato, mas demonstra o compromisso dos Estados Unidos com a agenda proposta para lidar com o conflito na Ucrânia.
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No esforço de isolar ainda mais Moscou, os EUA afirmaram que vão ficar longe das próximas reuniões do G20 caso a Rússia esteja presente, afirmando, no entanto, não se tratar de um boicote.
Desde que a Rússia iniciou sua operação especial militar para desmilitarizar e desnazificar a Ucrânia a pedido das repúblicas populares de Donetsk e Lugansk, diante das agressões de Kiev, Moscou tem enfrentado duras sanções do Ocidente que impactaram sua economia, vida pública e cultura.
Ainda que as sanções tenham prejudicado Moscou, a interdependência sistêmica a nível internacional fez com que a série de embargos afetassem outras economias, como a da UE que enfrenta uma crise energética, mas que seguiu as orientações de Washington e decidiu reduzir as importações de gás russo em dois terços.
O presidente Vladimir Putin, em resposta ao cenário criado pela crise, passou a exigir que as trocas entre Moscou e "países hostis" passassem a ser em rublos e não mais em euro ou dólar.
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