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    Bom dia! A Sputnik Brasil está de olho nas notícias mais relevantes desta quarta-feira (13), marcada pelo cerco a Donald Trump nos EUA, pela candidatura de Tebet à presidência do Senado e início de vacinação com CoronaVac na Indonésia.

    Estudo sugere presença de COVID-19 no Brasil em dezembro de 2019

    Estudo publicado pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Estado do Espírito Santo (Lacen) revelou a presença de anticorpos para o novo coronavírus em paciente com suspeita de dengue no estado, em dezembro de 2019. O incidente teria ocorrido antes mesmo da China reportar o primeiro caso de COVID-19 à Organização Mundial da Saúde (OMS), reportou o jornal O Globo. Nesta terça-feira, o Brasil confirmou mais 1.109 mortes e 61.660 casos de COVID-19, totalizando 204.726 óbitos e 8.195.493 diagnósticos da doença, segundo consórcio entre secretarias estaduais de saúde e veículos de imprensa. 

    Funcionário do Instituto Butantan inspeciona dose da vacina CoronaVac contra a COVID-19, em São Paulo, Brasil, 12 de janeiro de 2021
    © REUTERS / Amanda Perobelli
    Funcionário do Instituto Butantan inspeciona dose da vacina CoronaVac contra a COVID-19, em São Paulo, Brasil, 12 de janeiro de 2021

    MDB anuncia candidatura de Simone Tebet para presidência do Senado

    Nesta terça-feira (13), o MBD anunciou a candidatura de Simone Tebet (MDB-MS) para disputar a presidência do Senado Federal em fevereiro. Após o anúncio, a senadora afirmou que sua candidatura "não é nem de situação, nem de oposição ao governo" e defendeu segunda rodada do auxílio emergencial para um "país que começa a passar fome".  A senadora teria apoio de parlamentares do MDB, Podemos, PSDB, Cidadania, PSL e Rede, totalizando cerca de 21 parlamentares. Seu provável oponente, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), teria apoio de PSD, PROS, PT, PSC, PL e Republicanos, totalizando cerca de 31 dos 81 senadores.

    Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (à direita), conversa com o ministro da Economia, Pulo Guedes (à esquerda) e com o vice-presidente, Hamilton Mourão (centro), no Palácio do Planalto, Brasília, 12 de janeiro de 2021
    © REUTERS / Adriano Machado
    Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (à direita), conversa com o ministro da Economia, Pulo Guedes (à esquerda) e com o vice-presidente, Hamilton Mourão (centro), no Palácio do Planalto, Brasília, 12 de janeiro de 2021

    Vice-presidente dos EUA nega que vai invocar 25ª Emenda para afastar Trump

    Nesta terça-feira (13), o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, enviou carta à líder democrata Nancy Pelosi, negando que vai invocar a 25ª Emenda Constitucional dos EUA, que consideraria Trump inapto a manter seu cargo. "De acordo com a nossa Constituição, a 25ª Emenda não é um instrumento de punição", escreveu Pence. "Invocar a 25ª Emenda […] abriria um precedente terrível." Mesmo após a divulgação da carta, a Câmara de Representantes dos EUA aprovou resolução solicitando a invocação da emenda pelo vice-presidente. O presidente dos EUA, Donald Trump, está sob forte pressão para renunciar ao cargo, após seus apoiadores invadirem o Congresso do país, em 6 de janeiro.

    Agente da Guarda Nacional dos EUA nas proximidades da sede do Congresso do país, em Washington, 12 de janeiro de 2021
    © REUTERS / Erin Scott
    Agente da Guarda Nacional dos EUA nas proximidades da sede do Congresso do país, em Washington, 12 de janeiro de 2021

    YouTube suspende canal de Trump por pelo menos 1 semana

    Nesta terça-feira (12), o YouTube, empresa controlada pela Google, suspendeu as atividades do canal do presidente dos EUA, Donald Trump, por pelo menos uma semana. De acordo com a plataforma, recentes vídeos postados pelo atual presidente incitariam à violência. A decisão será reavaliada dentro de uma semana, reportou a CNN. Anteriormente, as redes sociais Twitter e Facebook suspenderam as contas de Donald Trump de forma permanente. Em resposta, o presidente disse que as plataformas haviam cometido um "erro grave" e alertou que vai adotar medidas como resposta.

    Presidente dos EUA, Donald Trump, conversa com repórteres em Washington, EUA, 12 de janeiro de 2021
    © REUTERS / Carlos Barria
    Presidente dos EUA, Donald Trump, conversa com repórteres em Washington, EUA, 12 de janeiro de 2021

    Evo Morales testa positivo para COVID-19

    O ex-presidente da Bolívia, Evo Morales, está passando por tratamento médico após contrair a COVID-19, informou a rádio Kawsachun Coca da região de Cochabamba, nesta terça-feira (12). De acordo com a emissora, na qual Morales conduz um programa semanal, o estado de saúde do líder político é estável. "Agradeço a todas as pessoas que se preocupam constantemente com a minha saúde e bem estar. Graças a Deus, a Pacha [Pachamama] e a tantas demonstrações de solidariedade do nosso povo, estou muito bem", escreveu Morales em sua conta no Twitter.

    Indonésia começa vacinação contra a COVID-19 com a CoronaVac

    Nesta quarta-feira (13), o presidente da Indonésia, Joko Widodo, tornou-se o primeiro indonésio a vacinar-se contra a COVID-19 utilizando o imunizante chinês CoronaVac. O país inicia campanha de vacinação com objetivo de inocular 181,5 milhões de pessoas, utilizando sobretudo a vacina chinesa, aprovada para uso emergencial na segunda-feira (11). De acordo com testes conduzidos na Indonésia, a eficácia total da vacina é de 65,3%, número superior ao identificado pelo Instituto Butantan no Brasil, que acusou 50,4% de eficácia. A Indonésia é um dos países mais atingidos pela COVID-19 na Ásia, com mais de 800 mil casos e 24 mil mortes pela doença, segundo a Universidade Johns Hopkins (EUA).

    Presidente da Indonésia, Joko Widodo, recebe dose de vacina contra a COVID-19, na capital Jacarta, 13 de janeiro de 2021
    © REUTERS / Agus Suparto
    Presidente da Indonésia, Joko Widodo, recebe dose de vacina contra a COVID-19, na capital Jacarta, 13 de janeiro de 2021

    Opositor russo Aleksey Navalny deve retornar à Rússia

    Nesta quarta-feira (13), o líder opositor russo Aleksey Navalny anunciou em sua conta no Instagram que deve retornar à Rússia no dia 17 de janeiro. Anteriormente, o porta-voz do governo russo, Dmitry Peskov, havia dito que o político tem o direito de retornar ao país. "Qualquer cidadão da Rússia é livre para retornar ao seu país e, claro, não deve haver restrições a ninguém", disse Peskov. O opositor acusa o governo russo de tê-lo envenenado com agente químico banido pela Organização para Proibição de Armas Químicas (OPAQ), durante sua estadia na cidade siberiana de Tomsk, em agosto do ano passado.  

    Apoiadora do político Aleksei Navalny durante manifestação em seu apoio, em São Petersburgo, 22 de dezembro de 2020
    © REUTERS / Anton Vaganov
    Apoiadora do político Aleksei Navalny durante manifestação em seu apoio, em São Petersburgo, 22 de dezembro de 2020

    Diplomata russo nega alegação dos EUA de que Irã abrigaria membros da Al-Qaeda

    Nesta quarta-feira (12), o diretor do Segundo Departamento da Ásia do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Zamir Kabulov, refutou as alegações dos EUA de que o Irã abrigaria membros da Al-Qaeda (organização terrorista proibida na Rússia e demais países). Anteriormente, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, havia declarado que o Irã havia substituído países como Paquistão e Afeganistão e se tornado base para membros da organização. "Minha impressão é que Pompeo quer simplesmente insultar o Irã antes do fim [do mandato de Donald Trump]. Mas essa afirmação é completamente infundada", disse Kabulov à Sputnik. Segundo ele, Moscou não teria "nenhuma informação" sobre os supostos laços entre o Irã e a Al-Qaeda, reiterou o diplomata.

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    Tags:
    Donald Trump, YouTube, China, Vacina CoronaVac, Indonésia, Congresso, Senado, EUA, Brasil
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