05:05 28 Setembro 2021
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    Bom dia! A Sputnik Brasil acompanha as notícias mais relevantes desta terça-feira (29), na qual a Caixa encerra os repasses do auxílio emergencial, Pentágono rebate críticas de Biden sobre transição nos EUA e Senado argentino vota a legalização do aborto no país.

    Amazonas volta a bater recorde de internações pela COVID-19

    O estado do Amazonas voltou a bater recorde diário em número de internações por COVID-19, com 95 pessoas hospitalizadas em 24 horas, informou o boletim diário da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM), nesta segunda-feira (28). O governo do estado cogita abrir hospital de campanha para atender à demanda por leitos, mas desistiu de adotar medidas de restrição à atividade comercial, após protestos do setor. O Brasil registrou mais 495 mortes e 25.490 casos de COVID-19, totalizando 191.641 óbitos e 7.506.890 diagnósticos da doença, segundo consórcio entre secretarias estaduais de saúde e veículos de imprensa. 

    Passageiros passam por scanner de temperatura, no aeroporto de Guarulhos, São Paulo, 27 de dezembro de 2020
    © REUTERS / Roosevelt Cassio
    Passageiros passam por scanner de temperatura, no aeroporto de Guarulhos, São Paulo, 27 de dezembro de 2020

    Caixa paga última parcela do Auxílio Emergencial

    Nesta terça-feira (29), a Caixa Econômica Federal realizará o pagamento da última parcela do Auxílio Emergencial, encerrando o calendário do programa. Cerca de 3,2 milhões de brasileiros devem receber o último repasse do programa criado em abril para apoiar desempregados e trabalhadores autônomos atingidos pela pandemia da COVID-19. Para parlamentares favoráveis à medida, os repasses poderiam ser mantidos por alguns meses, caso o estado de calamidade pública fosse prorrogado. No entanto, não há indícios de que o governo federal manterá o programa em 2021. Segundo o presidente Jair Bolsonaro, "estamos no limite da capacidade de endividamento".

    Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, posa para foto após jogo de futebol beneficente na Vila Belmiro, Santos, 28 de dezembro de 2020
    © REUTERS / Amanda Perobelli
    Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, posa para foto após jogo de futebol beneficente na Vila Belmiro, Santos, 28 de dezembro de 2020

    Pentágono rebate Joe Biden e diz que coopera com transição norte-americana

    Nesta segunda-feira (28), o secretário de Defesa dos EUA em exercício, Christopher Miller, rebateu críticas de Joe Biden e afirmou que o Pentágono coopera com a equipe de transição do presidente eleito norte-americano. "O Departamento de Defesa conduziu 164 entrevistas com 400 funcionários, providenciou mais de cinco mil páginas de documentos, muito mais do que havia sido solicitado pela equipe de transição de Biden", relatou Miller em declaração. Anteriormente, Biden havia acusado a administração Trump de ocultar informações críticas de segurança e dificultar a transição de governos nos EUA.

    Presidente eleito dos EUA, Joe Biden, discursa na sede do gabinete de transição, em Wilmington, Delaware, EUA, 28 de dezembro de 2020
    © REUTERS / Jonathan Ernst
    Presidente eleito dos EUA, Joe Biden, discursa na sede do gabinete de transição, em Wilmington, Delaware, EUA, 28 de dezembro de 2020

    Câmara dos EUA derruba veto de Trump ao orçamento de Defesa de 2021

    A Câmara dos Representantes do Congresso dos EUA derrubou o veto do presidente Donald Trump ao orçamento de Defesa do país, impondo mais uma derrota ao mandatário em seus últimos dias de governo. O orçamento prevê recrudescimento de sanções econômicas contra a Rússia, em função da construção de gasodutos como o Nord Stream 2 (Corrente do Norte 2) e o Turkish Stream (Corrente Turca). A derrubada ainda deve ser aprovada pelo Senado, que conta com maioria republicana. Trump havia vetado o orçamento de Defesa dos EUA para 2021, classificando-o de "presente" para China e Rússia. O presidente também se opõe aos dispositivos do orçamento que preveem a mudança de nome de bases militares norte-americanas, e que responsabilizam redes sociais pela disseminação de conteúdo postado por seus usuários.

    Presidente dos EUA, Donald Trump, segue em direção ao helicóptero presidencial, na Casa Branca, Washington, EUA, 12 de dezembro de 2020
    © REUTERS / Cheriss May
    Presidente dos EUA, Donald Trump, segue em direção ao helicóptero presidencial, na Casa Branca, Washington, EUA, 12 de dezembro de 2020

    Senado argentino vota sobre a legalização do aborto 

    Nesta terça-feira (28), o Senado argentino deve votar projeto de lei que prevê a legalização do aborto. O projeto, proposto pelo presidente Alberto Fernández, já foi aprovado pela Câmara dos deputados. "Sou católico, mas devo governar para todos", disse Fernández. "A cada ano, cerca de 38 mil mulheres são hospitalizadas em função de abortos [clandestinos] e mais de três mil faleceram desde a redemocratização." No entanto, o projeto de lei não deve ser aprovado com facilidade, uma vez que sofre forte oposição, inclusive de parlamentares da base de apoio do governo argentino. Caso a votação no Senado termine em empate, o voto de Minerva ficará com a presidente do Senado e vice-presidente da República, Cristina Kirchner, favorável à legalização do aborto.

    Ativistas pró-aborto acompanham votação de projeto de lei na Câmara dos deputados, Buenos Aires, Argentina, 11 de dezembro de 2020
    © AP Photo / Natacha Pisarenko
    Ativistas pró-aborto acompanham votação de projeto de lei na Câmara dos deputados, Buenos Aires, Argentina, 11 de dezembro de 2020

    Bangladesh transporta 2º grupo de refugiados rohingya para ilha remota

    Nesta terça-feira (29), autoridades de Bangladesh iniciaram o transporte do segundo grupo de refugiados rohingya para uma ilha remota na baía de Bengala. A ilha, chamada Bhasan Char, emergiu há somente 20 anos e poderia estar sujeita a inundações, reportou a Reuters. De acordo com o ministro das Relações Exteriores do país, Abdul Momen, "a ilha é totalmente segura". A Organização das Nações Unidas reiterou que não está envolvida na operação de transporte, mas pediu às autoridades de Bangladesh que o translado dos refugiados não seja obrigatório.

    Refugiada rohingya embarca em navio para a ilha de Bhasan Char, Bangladesh, 29 de dezembro de 2020
    © REUTERS / Mohammad Ponir Hossain
    Refugiada rohingya embarca em navio para a ilha de Bhasan Char, Bangladesh, 29 de dezembro de 2020

    Russos poderão escolher entre vacinas contra COVID-19 em 2021, diz ministra

    No primeiro trimestre de 2021, moradores da Rússia poderão escolher qual vacina contra a COVID-19 tomar, disse a vice-primeira-ministra do país, Tatiana Golikova, à Spuntik, nesta terça-feira (29). Segundo Golikova, o país já registrou duas variantes da vacina: a Sputnik V, produzida pelo Centro Gamaleya, e a EpiVacCorona, produzida pelo Centro Vektor. Uma terceira vacina, desenvolvida pelo Centro Chumakov, deve ser registada em fevereiro de 2021. A vacinação em massa na capital russa, Moscou, teve início em 1º de dezembro, com foco em grupos prioritários, como agentes da Saúde e funcionários de instituições de ensino. Nesta segunda-feira (28), a vacinação foi estendida para pessoas maiores de 60 anos.

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    Tags:
    Brasil, COVID-19, pandemia, Rohingya, Argentina, aborto, transição, Joe Biden
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