15:36 27 Outubro 2020
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    Bom dia! A Sputnik Brasil está de olho nas notícias mais relevantes desta quinta-feira (8), na qual Bolsonaro declara ter acabado com a Lava Jato, Trump diz que seu diagnóstico de COVID-19 foi uma 'bênção divina' e Síria prepara modernização em larga escala de suas Forças Armadas.

    Brasil atinge marca de 5 milhões de infectados pela COVID-19

    Nesta quarta-feira (7), o Brasil atingiu a triste marca de cinco milhões de pessoas infectadas pela COVID-19. O país está atrás somente de EUA e Índia em número de casos da doença, segundo a Universidade Johns Hopkins (EUA). Nas últimas 24 horas, mais 733 mortes e 31.404 novos casos da doença foram confirmados, de acordo com consórcio entre secretarias estaduais de saúde e veículos de imprensa. Ao todo, o Brasil registra 148.304 mortes e 5.002.357 casos de COVID-19.

    Pedestres usam máscaras protetoras no Rio de Janeiro, 7 de outubro de 2020
    © REUTERS / Pilar Olivares
    Pedestres usam máscaras protetoras no Rio de Janeiro, 7 de outubro de 2020

    Bolsonaro afirma ter acabado com Lava Jato 'porque não tem mais corrupção no governo'

    Nesta quarta-feira (7), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que acabou com a Operação Lava Jato, porque não há corrupção a ser investigada no seu governo. "Eu acabei com a Lava Jato, porque não tem mais corrupção no governo. Eu sei que isso não é virtude, é obrigação", disse o presidente. A declaração foi feita durante cerimônia no Palácio do Planalto sobre o setor aéreo. Durante a campanha presidencial, Bolsonaro elogiou a Operação Lava Jato. Eleito, nomeou o juiz Sergio Moro, que atuava em casos da operação, para a chefia do Ministério da Justiça.

    Presidente Jair Bolsonaro durante cerimônia sobre aviação civil no Palácio do Planalto, em Brasília, 7 de outubro de 2020
    © REUTERS / Ueslei Marcelino
    Presidente Jair Bolsonaro durante cerimônia sobre aviação civil no Palácio do Planalto, em Brasília, 7 de outubro de 2020

    Trump diz que seu diagnóstico de COVID-19 foi uma 'bênção divina'

    Nesta quarta-feira (7), o presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que sua infecção pela COVID-19 foi uma "bênção divina", e retomou suas atividades na Casa Branca. O presidente dos EUA chegou a ser internado em função da COVID-19, mas "está sem febre há quatro dias", informou seu médico, Sean Conley. Em campanha eleitoral, o presidente dos EUA tenta passar a imagem de ter saído fortalecido da COVID-19. No entanto, 56% dos norte-americanos desaprovam a resposta de Trump à pandemia de COVID-19, revelou pesquisa Reuters/Ipsos, realizada nesta semana.

    Fuzileiro naval norte-americano faz a segurança do Sala Oval da Casa Branca, Washington, Estados Unidos, 7 de outubro de 2020
    © REUTERS / Jonathan Ernst
    Fuzileiro naval norte-americano faz a segurança do Sala Oval da Casa Branca, Washington, Estados Unidos, 7 de outubro de 2020

    Berlim introduz toque de recolher por 2ª onda de COVID-19

    Nesta quarta-feira (7), a capital alemã, Berlim, informou que vai impor toque de recolher para controlar nova alta nos casos de COVID-19. Bares e restaurantes devem ficar fechados entre as 23h00 e 06h00. De acordo com autoridades municipais, a cidade registra 44,3 casos por cada 100 mil habitantes, número superior ao registrado em maio, durante o auge da pandemia na Europa. Nesta quinta-feira (8), o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, deve impor medida similar a cidades como Manchester e Liverpool, informou o The Sun.

    Primeiro-ministro britânico, Boris Johnson entra na residência oficial, em Downing Street, Londres, 7 de outubro de 2020
    © REUTERS / John Sibley
    Primeiro-ministro britânico, Boris Johnson entra na residência oficial, em Downing Street, Londres, 7 de outubro de 2020

    Apesar de impasse, governo deve manter operações no Quirguistão, diz porta-voz

    Nesta quinta-feira (8), funcionários devem se manter em seus postos e agências governamentais devem seguir com suas atividades, apesar de crise política no país, disse porta-voz do gabinete do Quirguistão à Sputnik. Durante a madrugada, o Parlamento quirguiz não atingiu quórum para iniciar processo de impeachment contra o atual presidente, Sooronbai Zheenbekov. Grupos políticos locais se recusam a reconhecer o resultado das eleições parlamentares de 4 de outubro, enquanto o presidente Zheenbekov denuncia tentativa de golpe de Estado no país centro-asiático.

    Manifestantes debatem em frente à sede do governo do Quirguistão, na capital Bishkek, 8 de outubro de 2020
    © REUTERS / Vladimir Pirogov
    Manifestantes debatem em frente à sede do governo do Quirguistão, na capital Bishkek, 8 de outubro de 2020

    Síria quer cooperação com Rússia para modernizar suas Forças Armadas, diz Assad

    Nesta quinta-feira (8), o presidente da Síria, Bashar Assad, disse à Sputnik que Damasco e Moscou coordenam projeto para modernizar as Forças Armadas sírias. "Normalmente, não revelamos detalhes sobre nossos planos militares [...], mas estamos modernizando nosso Exército em todos os aspectos", disse Assad. Para ele, a cooperação com a Rússia é fundamental, uma vez que as Forças Armadas sírias "dependem totalmente de armamentos russos" para operar. De acordo com o presidente sírio, a guerra ainda não acabou, uma vez que "terroristas ocupam algumas áreas do país". "Eu acho que os supervisores [desses terroristas] estão empenhados em continuar [a guerra] por bastante tempo. Esse é o nosso entendimento", concluiu Assad.

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    Tags:
    Europa, Quirguistão, Donald Trump, pandemia, COVID-19, Brasil, Síria
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