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    Brasil na luta contra COVID-19 no início de novembro (27)
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    Um laudo médico emitido pelo Instituto Médico-Legal (IML) apontou que a causa da morte do voluntário da vacina CoronaVac foi suicídio.

    A Anvisa suspendeu na última segunda-feira (9) os testes da vacina CoronaVac, produzida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, após a notificação de que um voluntário teria tido um "evento adverso grave". O voluntário, de 33 anos de idade, morreu no dia 29 de outubro. 

    De acordo com o laudo do IML, apurado pela TV Cultura, a causa da morte do voluntário foi suicídio e não teve relação com a participação nos testes

    O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, fez um pronunciamento nesta terça-feira (10) afirmando que a decisão de suspender os testes foi "técnica".

    "Documentos claros, precisos e completos precisam ser enviados a nós, o que não aconteceu. O que recebemos ontem não nos dava nenhuma outra alternativa", justificou.

    Anteriormente, o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, havia descartado a possibilidade da morte do voluntário estar relacionada com os testes da vacina.

    "Como eu disse, do ponto de vista clínico do caso e nós não podemos dar detalhes, infelizmente, é impossível, é impossível que haja relacionamento desse evento com a vacina, impossível, eu acho que essa definição encerra um pouco essa discussão”, disse Covas.

    O presidente Jair Bolsonaro, por sua vez, após a Anvisa anunciar a suspensão dos testes da CoronaVac, comemorou a medida, afirmando que "esta é a vacina que o Doria quer obrigar a todos os paulistanos tomá-la". "O presidente disse que a vacina jamais poderia ser obrigatória. Mais uma que Jair Bolsonaro ganha", completou o presidente.

    Tema:
    Brasil na luta contra COVID-19 no início de novembro (27)
    Tags:
    São Paulo, Instituto Butantan, vacina, Vacina CoronaVac, novo coronavírus, COVID-19
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