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    COVID-19 no Brasil em meados de outubro (54)
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    Um dia após o Ministério da Saúde anunciar a compra de 46 milhões de doses da vacina chinesa, o secretário-executivo da pasta, Élcio Franco, fez um pronunciamento nesta quarta-feira (21) negando intenções do governo de adquirir a CoronaVac.

    O secretário-executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, afirmou nesta quarta-feira (21) que "não há intenção de compra de vacinas chinesas".

    "A premissa para aquisição de qualquer vacina prima pela segurança, eficácia, ambos conforme a aprovação da Anvisa, produção em escala e preço justo. Qualquer vacina, quando estiver disponível, certificada pela Anvisa, e adquirida pelo Ministério da Saúde, poderá ser oferecida aos brasileiros por meio do programa nacional de imunizações", disse Élcio Franco.

    O secretário-executivo destacou também que, no que depender do Ministério da Saúde, a vacina "não será obrigatória". 

    Na manhã desta quarta-feira (21), o presidente Jair Bolsonaro havia afirmado nas redes sociais que o Brasil não compraria a vacina chinesa CoronaVac. A declaração aconteceu um dia após o Ministério da Saúde ter anunciado a compra de 46 milhões de doses do imunizante chinês.

    ​A vacina CoronaVac vem sendo desenvolvida pela empresa farmacêutica chinesa SinoVac em parceria com o Instituto Butantan, e está em fase final de testes, realizados com 9.000 voluntários brasileiros.

    De acordo com o secretário-executivo da Saúde, "não houve qualquer compromisso com o governo do estado de São Paulo ou seu governador no sentido de aquisição de vacinas contra COVID-19".

    "Tratou-se de um protocolo de intenção entre o Ministério da Saúde e o Instituto Butantan, sem caráter vinculante", completou Élcio Franco.

    Tema:
    COVID-19 no Brasil em meados de outubro (54)

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    Tags:
    Instituto Butantan, Bolsonaro, Jair Bolsonaro, Ministério da Saúde, vacina, novo coronavírus, COVID-19
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