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    COVID-19 no Brasil em meados de outubro (54)
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    Nesta terça-feira (20), o governo federal brasileiro anunciou a compra de 46 milhões de doses da vacina CoronaVac, desenvolvida em parceria entre o Instituto Butantan e a farmacêutica chinesa Sinovac.

    Conforme publicou o portal G1, o investimento até janeiro será de R$ 2,6 bilhões e a vacina será incluída no calendário nacional de vacinação para todo o país. O anúncio foi feito durante reunião do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, com 24 governadores.

    A CoronaVac integrará o Programa Nacional de Imunizações (PNI) do SUS, responsável no Brasil pelas campanhas de vacinação. A expectativa é de que a vacinação tenha início no primeiro semestre de 2021.

    Anteriormente, o governo federal previa ter 140 milhões de doses de vacinas no primeiro semestre do ano que vem, sendo 100 milhões de doses da vacina da AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, e outras 40 milhões por meio da iniciativa COVAX, da Organização Mundial da Saúde (OMS).

    Em São Paulo, o governador paulista, João Doria (PSDB), exibe uma dose da vacina chinesa contra a COVID-19, a Coronavac, em 30 de setembro de 2020
    © Folhapress / Photo Press / Bruno Escolástico
    Em São Paulo, o governador paulista, João Doria (PSDB), exibe uma dose da vacina chinesa contra a COVID-19, a Coronavac, em 30 de setembro de 2020

    A vacina CoronaVac vem sendo defendida pelo governo de São Paulo, que negociava há semanas o investimento anunciado para as doses. O governo paulista já havia afirmado que caso não houvesse acordo, faria a distribuição por conta própria. Na semana passada, o Ministério da Saúde chegou a divulgar um calendário de vacinação sem a inclusão da vacina chinesa, que está em fase avançada de testes.

    Segundo os dados da Universidade Johns Hopkins, o Brasil é o segundo país com mais mortes causadas pela COVID-19, com mais de 154 mil óbitos, atrás apenas dos Estados Unidos, que acumulam 220.649 mortes atribuídas ao novo coronavírus.

    Tema:
    COVID-19 no Brasil em meados de outubro (54)

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    Tags:
    COVID-19, OMS, Universidade de Oxford, Instituto Butantan, Ministério da Saúde, João Doria
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