19:47 23 Novembro 2020
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    COVID-19 no Brasil em meados de outubro (54)
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    Nesta segunda-feira (12), o secretário de Saúde do estado de São Paulo, Jean Gorinchteyn, afirmou que o governo paulista pretende distribuir a vacina chinesa por conta própria, caso não feche parceria com o Ministério da Saúde.

    Segundo disse o secretário em entrevista à emissora Globo News, a distribuição da vacina contra a COVID-19 está garantida pelo governo estadual nos 645 municípios paulistas mesmo que as doses da vacina não sejam adquiridas pelo governo federal. A CoronaVac, do laboratório chinês Sinovac, está em fase final de testes em parceria com o Instituto Butantan.

    Gorinchteyn, conforme publicou o portal G1, afirma que São Paulo tem a estrutura logística necessária para realizar a distribuição, assim como também os insumos para a vacinação, como agulhas, seringas e também equipes de saúde. O secretário afirmou ainda que há contato com governadores de outros estados que querem a distribuição das vacinas em suas regiões.

    Vacina contra a COVID-19 que será testada no Brasil
    © Folhapress / Adailton Damasceno/Futura Press
    Vacina contra a COVID-19 que será testada no Brasil

    Negativa do governo pode gerar 'problema social'

    O secretário de Saúde paulista afirmou que espera que um acordo com o Ministério da Saúde seja fechado ainda nas próximas semanas, mas garantiu que São Paulo pode fazer a distribuição no estado por conta própria, caso não haja acordo.

    Gorinchteyn destacou que não seria "republicano", porém, que o acordo não fosse fechado e que a vacinação fosse realizada apenas em alguns estados. Para ele, a falta do acordo geraria um "problema social".

    O governo de São Paulo negocia atualmente um montante de R$ 1,9 bilhão junto ao governo federal para garantir a produção de 100 milhões de doses da vacina antes do mês de maio de 2021. Apenas a expansão da fábrica do Instituto Butantan custaria R$ 160 milhões.

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    Tags:
    Ministério da Saúde, COVID-19, João Doria, São Paulo
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