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    COVID-19 no Brasil em meados de outubro (54)
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    O presidente Jair Bolsonaro declarou nesta quarta-feira (21) que a vacina contra a COVID-19 desenvolvida pela empresa chinesa SinoVac, em parceria com o Instituto Butantan, não será comprada pelo governo.

    A declaração de Bolsonaro, feita nas redes sociais em resposta a comentários de usuários no Facebook, acontece um dia após o Ministério da Saúde anunciar a compra de 46 milhões de doses da vacina CoronaVac.

    Uma seguidora do presidente Jair Bolsonaro havia publicado nas redes sociais um comentário crítico ao anúncio do Ministério da Saúde sobre a compra da vacina, pedindo a exoneração do ministro Eduardo Pazuello e chamando o governador de São Paulo, João Doria, de "traíra".

    "Tudo será esclarecido ainda hoje. Não compraremos a vacina da China", afirmou Bolsonaro em resposta à seguidora.

    Em resposta a outro usuário do Facebook que criticava o ministro da Saúde, Bolsonaro disse que "qualquer coisa publicada, sem qualquer comprovação, vira traição".

    ​​​Além disso, o site Poder360 apurou que o presidente enviou uma mensagem a ministros reiterando que a vacina chinesa não seria comprada pelo governo federal, além de rejeitar o diálogo com o governador de São Paulo.

    "Alerto que não compraremos vacina da China. Bem como meu governo não mantém diálogo com João Doria sobre COVID-19", diz a mensagem de Bolsonaro.

    Tema:
    COVID-19 no Brasil em meados de outubro (54)

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    Tags:
    Ministério da Saúde, Jair Bolsonaro, Bolsonaro, João Doria, vacina, novo coronavírus, COVID-19
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