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    COVID-19 no mundo no início de janeiro de 2021 (75)
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    Um médico morreu nos EUA quase duas semanas depois de ter sido vacinado com a vacina da Pfizer/BioNTech, reporta o tabloide The Daily Mail, citando sua esposa.

    Heidi Neckelmann, disse que seu marido, dr. Gregory Michael, de 56 anos de idade, recebeu a vacina em 18 de dezembro e faleceu 16 dias depois.

    "Na minha opinião, sua morte estava 100% ligada à vacina. Não há outra explicação", considera a mulher, citada pelo The Daily Mail.

    "Ele estava com muito boa saúde, não fumava e álcool bebia de vez em quando, apenas socialmente. Ele fazia exercícios, tínhamos caiaques, era pescador de alto mar", adicionou a esposa. De acordo com um exame de saúde recente, Gregory Michael era absolutamente saudável.

    Neckelmann contou que, três dias após a vacinação, seu marido notou pequenas manchas vermelhas nos braços e nas pernas, caraterísticas de uma hemorragia subcutânea. Examinando o paciente, os médicos descobriram que ele sofria de falta de plaquetas.

    Consequentemente, ele foi diagnosticado com púrpura trombocitopénica idiopática. Isto é, uma doença em que o sistema imune confunde plaquetas com "objetos estranhos" e instrui o baço para os destruir. Os médicos tentaram salvar Michael, mas, no dia 3 de janeiro, o médico morreu de derrame cerebral, antes de realizar uma cirurgia que estava planejada.

    Se sua morte estiver ligada diretamente à vacina, Michael seria o primeiro caso conhecido no mundo de uma pessoa que morre após inoculação da vacina.

    Um representante da Pfizer disse ao The Daily Mail que a empresa está pesquisando a causa de sua morte, no entanto, eles não acreditam que esta tenha qualquer ligação com a vacina.

    Recentemente, a médica mexicana Karla Cecilia Perez ficou paralisada horas depois de ter recebido a vacina da Pfizer/BioNTech contra a COVID-19, segundo relatos.

    Atualmente, existem duas vacinas contra o coronavírus que foram autorizadas para uso emergencial nos Estados Unidos, a da Pfizer/BioNTech e da farmacêutica Moderna, que também precisa de duas doses aplicadas com um mês de intervalo entre as inoculações.

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    COVID-19 no mundo no início de janeiro de 2021 (75)

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    Tags:
    EUA, novo coronavírus, COVID-19
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