17:39 27 Outubro 2020
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    O chanceler da Venezuela retrucou as afirmações do presidente da Colômbia, apontando o assassinato de líderes sociais e produção colombiana de drogas para os EUA como exemplos.

    Jorge Arreaza, ministro venezuelano das Relações Exteriores, criticou Iván Duque, presidente colombiano, por pedir à Justiça Internacional que imponha sanções contra Nicolás Maduro, o líder da Venezuela.

    Vice-presidente Iván Duque. Sua impudência já é uma antologia. Ele destrói os acordos de paz, permite assassinatos quase diários de líderes sociais, envia seu povo para a repressão selvagem e garante a produção de drogas para os EUA. Ele vai acabar pior que seu chefe Álvaro Uribe (presidente da Colômbia entre 2002 e 2010).

    Duque pediu à comunidade internacional para investigar e levar Maduro à Justiça Internacional com base no relatório apresentado pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU, que acusou Caracas e as forças de segurança venezuelanas de terem "cometido crimes contra a humanidade".

    A missão diz ter investigado 223 casos, dos quais 48 foram examinados detalhadamente em um relatório de 443 páginas, e afirma ter encontrado "motivos razoáveis" para acreditar que, desde 2014, as forças de segurança venezuelanas têm planejado e executado "graves violações dos direitos humanos".

    Por sua vez, Arreaza garantiu que o relatório da Missão Internacional Independente da ONU está "cheio de mentiras".

    No entanto, o chanceler venezuelano também disse que o compromisso da Venezuela de cooperar com o Conselho de Direitos Humanos da ONU tem sido construtivo com o Alto Comissariado.

    Em 2019, o governo Maduro não reconheceu a Missão Internacional Independente da ONU, considerando que ela foi criada com propósitos ideológicos para agir contra a Venezuela.

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    Tags:
    EUA, Iván Duque, Conselho de Direitos Humanos da ONU, ONU, Nicolás Maduro, Jorge Arreaza, Colômbia, Venezuela
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