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Lavrov: UE virou uma união antirrussa exigindo que outros se envolvam em decisões contra Moscou

© Sputnik / Pavel BednyakovChanceler russo, Sergei Lavrov fala durante coletiva de imprensa ao lado do ministro das Relações Exteriores da Eritreia, Osman Saleh, em Moscou, Rússia, 27 de abril de 2022
Chanceler russo, Sergei Lavrov fala durante coletiva de imprensa ao lado do ministro das Relações Exteriores da Eritreia, Osman Saleh, em Moscou, Rússia, 27 de abril de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 24.06.2022
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Aparentemente, a União Europeia e a OTAN estão formando uma coalisão para a guerra contra a Rússia, disse Sergei Lavrov, ministro das Relações Exteriores russo.
"Claro, analisaremos de forma realista o comportamento da União Europeia e acompanharemos os passos reais que ela [a UE] está dando e a forma como os países candidatos estão cumprindo estes requisitos ou ainda estão tentando exercer a sua autonomia", observou o chanceler russo.
"Este caminho que, infelizmente, nos lembra [...] sabem, quando a Segunda Guerra Mundial estava começando, visto que Hitler reuniu uma parte significativa, se não a maior parte, dos países europeus para a guerra contra a União Soviética. Agora, inclusive a União Europeia, com a OTAN, está formando uma coalisão já moderna para combater e, em geral, [para] a guerra com a Federação da Rússia. Vamos analisar isso tudo com muito cuidado", acrescentou Lavrov em uma conferência de imprensa após conversações com seu homólogo do Azerbaijão.
Moscou não tem ilusões de que em um futuro próximo a União Europeia vai mudar sua atitude em relação à Rússia e que não abandonará a política russófoba.
A União Europeia transformou-se em uma união antirrussa, exigindo de outros países que se envolvam em decisões da UE contra Moscou, observou Lavrov, comentando a decisão de conceder à Moldávia e à Ucrânia o status de país candidato à adesão ao bloco.
Segundo o chefe da diplomacia russa, é assim que políticos europeus dirigem as suas exigências à Sérvia.
"Ela é candidata [à adesão à EU], mas categoricamente não quer perder, assim como os outros, sua independência e unir-se às decisões que contradizem diretamente a seus interesses fundamentais, neste caso – as relações com a Rússia", ressaltou o ministro.
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