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'Destruidor da paz mundial': Biden é recebido sob protestos na Coreia do Sul, diz mídia

© AFP 2022 / SAUL LOEBO presidente dos EUA, Joe Biden, e o presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk-yeol, realizam uma coletiva de imprensa após reuniões na Casa do Povo, em Seul, 21 de maio de 2022
O presidente dos EUA, Joe Biden, e o presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk-yeol, realizam uma coletiva de imprensa após reuniões na Casa do Povo, em Seul, 21 de maio de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 21.05.2022
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O presidente dos EUA, Joe Biden, chegou a Seul na sexta-feira (20), em sua primeira viagem à Ásia desde que tomou posse.
Em sua primeira cúpula junto ao presidente sul-coreano recém empossado, Yoon Suk-yeol, analistas manifestaram preocupação com o uso político do governo norte-americano para ameaçar a paz na região, de acordo com o Global Times.
Segundo o Yonhap News, depois que Biden chegou, ele e Yoon visitaram uma fábrica de chips da Samsung em Pyeongtaek, "ressaltando o compromisso dos dois países em trabalhar juntos para fortalecer as cadeias de suprimentos".
Neste sábado (21), os presidentes vão se reunir novamente para discutir toda a gama de desafios econômicos e de segurança que eles e a região enfrentam. Alguns observadores, no entanto, disseram que tais acordos ressaltam o esquema de Biden para atrair a Coreia do Sul para suas estratégias de conter a China.
Ainda na quarta-feira (18), o conselheiro de segurança nacional dos EUA, Jake Sullivan, disse que Biden pretendia aproveitar a viagem à Ásia para afirmar a "liderança americana ousada e confiante" no Indo-Pacífico, o que enviaria uma mensagem à China de que o Ocidente e seus parceiros asiáticos não vão ser divididos e enfraquecidos.
Secretário da Defesa dos EUA, Lloyd J. Austin, recebe o ministro da Defesa indiano, Rajnath Singh, no Pentágono, em 11 de abril de 2022. - Sputnik Brasil, 1920, 11.04.2022
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Na sexta-feira, em resposta à viagem do presidente norte-americano e às declarações de Sullivan, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Wang Wenbin, disse em entrevista coletiva que a China espera que as ações dos EUA estejam alinhadas com suas declarações, instando os Estados Unidos a trabalhar com os países regionais para cooperação e não conspirar para divisões ou confrontos, ou ainda, trazer caos à região.
A visita de Biden e as ações recentes na região do Indo-Pacífico levantaram preocupações crescentes de que a Coreia do Sul possa se alinhar com os EUA e abandonar seu equilíbrio anterior entre Pequim e Washington.
Antes da visita de Biden, alguns internautas sul-coreanos postaram suas preocupações nas mídias sociais, dizendo que não dariam as boas-vindas a Biden se ele viesse com o objetivo de sacrificar os interesses da Coreia do Sul por seu propósito geopolítico,
© AFP 2022 / ANTHONY WALLACEUm ativista protesta contra a visita do presidente dos EUA, Joe Biden, perto do escritório presidencial, onde ele deve realizar reuniões com o presidente sul-coreano Yoon Suk-yeol, em Seul, Coreia do Sul, 21 de maio de 2022
Um ativista protesta contra a visita do presidente dos EUA, Joe Biden, perto do escritório presidencial, onde ele deve realizar reuniões com o presidente sul-coreano Yoon Suk-yeol, em Seul, Coreia do Sul, 21 de maio de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 21.05.2022
Um ativista protesta contra a visita do presidente dos EUA, Joe Biden, perto do escritório presidencial, onde ele deve realizar reuniões com o presidente sul-coreano Yoon Suk-yeol, em Seul, Coreia do Sul, 21 de maio de 2022
Segundo o Korea Times, na sexta-feira, vários protestos foram realizados perto do hotel no Monte Nam, onde Biden está hospedado durante sua visita a Seul. Apesar de um grupo de 40 apoiadores terem dado as boas vindas ao líder norte-americano, cerca de 60 manifestantes se opuseram à sua presença e seguravam faixas, que chamavam Biden de "destruidor da paz mundial".
Da também observou que o conflito entre Rússia e Ucrânia mudou a mentalidade de algumas pessoas na Coreia do Sul e as fez pesar a segurança sobre os benefícios econômicos o que também teria demonstrado à China, que é preciso manter um bom comércio bilateral com o país para afastar a possível influência norte-americana.
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