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Durante visita de Biden à Ásia, Pequim inicia exercícios militares no mar do Sul da China

© AP Photo / Zha ChunmingNesta foto sem data divulgada pela Agência de Notícias Xinhua da China, disponibilizada no domingo, 25 de novembro de 2012, um jato de carga J-15 transportado por um porta-aviões decola do Liaoning
Nesta foto sem data divulgada pela Agência de Notícias Xinhua da China, disponibilizada no domingo, 25 de novembro de 2012, um jato de carga J-15 transportado por um porta-aviões decola do Liaoning - Sputnik Brasil, 1920, 20.05.2022
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Pequim está conduzindo exercícios militares no disputado mar do Sul da China, coincidindo com a visita do presidente dos EUA, Joe Biden, à Coreia do Sul e ao Japão. Há quem diga que a visita de Biden tem como principal objetivo combater a suposta ameaça chinesa.
Durante visita ao Japão, além do encontro com o primeiro-ministro japonês Fumio Kishida, Biden se reunirá com líderes da aliança estratégica do Indo-Pacífico conhecida como Quad, composta pelos EUA, Austrália, Índia e Japão, avança agência AP.
A China considera o grupo parte de um impulso liderado pelos EUA para impedir a sua ascensão econômica e política. O escritório da Administração de Segurança Marítima na província insular chinesa de Hainan relatou que os exercícios tiveram início na quinta-feira (19) e continuarão até próxima segunda-feira (23).
A entidade informou que outras aeronaves e navios serão proibidos de entrar na área sem fornecer mais detalhes. Pequim reivindica praticamente a totalidade do mar do Sul da China e já há bastante tempo esta via marítima tem sido um potencial ponto de conflito na Ásia.
Os EUA, por sua vez, insistem no direito de operar livremente no mar e frequentemente enviam navios de guerra para perto das ilhas controladas pela China, denominando tais missões de "operações de liberdade de navegação".
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China tem repetidamente protestado contra passagens de navios dos EUA, rotulando-as de provocações deliberadas que ameaçam a paz e a estabilidade. Para reafirmar suas reivindicações, Pequim tem construído pistas de pouso e decolagem e outras infraestruturas militares nas ilhas artificiais no disputado mar.
No início deste mês, o Ministério das Relações Exteriores da China disse que o Japão está exagerando a chamada ameaça da China a fim de encontrar uma desculpa para impulsionar o seu próprio poderio militar.
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