Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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Diplomata chinês: Pequim tomará medidas 'drásticas' caso EUA interfiram em seus assuntos internos

© AP Photo / Frederic J. BrownDelegação chinesa liderada por Yang Jiechi (centro) e Wang Yi (segundo à esquerda) durante reunião com homólogos norte-americanos em Anchorage, Alasca, 18 de março de 2021
Delegação chinesa liderada por Yang Jiechi (centro) e Wang Yi (segundo à esquerda) durante reunião com homólogos norte-americanos em Anchorage, Alasca, 18 de março de 2021  - Sputnik Brasil, 1920, 19.05.2022
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O diretor do Escritório da Comissão Central para Relações Exteriores, Yang Jiechi, disse ao assessor da Segurança Nacional dos EUA, Jake Sullivan, durante conversa telefônica que Pequim tomará medidas drásticas se Washington interferir nos assuntos internos do país.

"A China vai tomar ações drásticas para proteger sua soberania e interesses de segurança, vamos tornar nossas palavras realidade", disse Yang nesta quinta-feira (19), citado pelo Ministério das Relações Exteriores.

De acordo com o diplomata, ultimamente Washington realizou uma série de "ações e fez declarações erradas interferindo nos assuntos internos chineses, prejudicando nossos interesses nacionais".
Ele especificou que a questão de Taiwan é a mais importante e sensível nas relações sino-americanas e que, se os EUA continuarem jogando a chamada carta taiwanesa e seguindo o "caminho errado", isso inevitavelmente resultará no surgimento de uma "situação perigosa".
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"Exortamos os Estados Unidos a compreenderem claramente a situação, a cumprirem rigorosamente os seus próprios compromissos e respeitarem o princípio de Uma Só China e os três comunicados conjuntos China-EUA", resumiu o alto diplomata.

Pequim considera Taiwan parte inalienável de seu território soberano e se opõe a quaisquer contatos oficiais entre a ilha e outros países. Enquanto isso, os EUA apoiam as forças pró-independentistas em Taiwan e vendem armas à ilha.
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