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EUA investem US$ 150 milhões no Sudeste Asiático para resistir à China

© AFP 2022 / Drew AngererJoe Biden, presidente dos EUA, em fotografia conjunta com líderes de Estados-membros da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN, na sigla em inglês) na Casa Branca, Washington, EUA, 12 de maio de 2022
Joe Biden, presidente dos EUA, em fotografia conjunta com líderes de Estados-membros da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN, na sigla em inglês) na Casa Branca, Washington, EUA, 12 de maio de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 13.05.2022
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A Casa Branca recebeu líderes de países do Sudeste Asiático, nos quais prometeu investir US$ 150 milhões (R$ 770,25 bilhões) em diversas áreas.
Joe Biden, presidente dos EUA, recebeu na quinta-feira (12) líderes dos países da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN, na sigla em inglês) na Casa Branca e anunciou um financiamento de US$ 150 milhões (R$ 770,25 milhões) à região para combater a influência da China, relatou na sexta-feira (13) a agência britânica Reuters.
A iniciativa inclui um investimento de US$ 60 milhões (R$ 308,1 milhões) em segurança marítima e US$ 40 milhões (R$ 205,4 milhões) em infraestrutura para ajudar a descarbonizar o fornecimento de energia da região. Além disso, Washington investirá US$ 15 milhões (R$ 77,03 milhões) em fundos de saúde para ajudar na detecção precoce da COVID-19 e de outras pandemias respiratórias, disse um funcionário dos EUA.
"Precisamos intensificar nosso trabalho no Sudeste Asiático. Não estamos pedindo aos países que façam uma escolha entre os Estados Unidos e a China. Queremos deixar claro, no entanto, que os Estados Unidos buscam relações mais fortes", disse um alto funcionário da Casa Branca aos jornalistas.
A Guarda Costeira dos EUA também enviará um navio para ajudar as frotas locais a combater a pesca ilegal proveniente da China.
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Os EUA ainda promovem a iniciativa Reconstruir um Mundo Melhor (B3W, na sigla em inglês), para a construção de infraestruturas, e a Estrutura Econômica do Indo-Pacífico (IPEF, na sigla em inglês), mas nenhuma delas está finalizada.
Biden abriu na quinta-feira (12) a cúpula da ASEAN, que termina nesta sexta-feira (13), e marca a primeira vez que os líderes da organização, que inclui Malásia, Indonésia, Brunei, Vietnã, Camboja, Laos, Birmânia, Cingapura, Tailândia e Filipinas, se reuniram na Casa Branca.
Em resposta ao passo da administração Biden, o Ministério das Relações Exteriores da China garantiu ver com bons olhos toda a cooperação que promove o desenvolvimento sustentável e prosperidade na região, que a "China e a ASEAN não participam de jogos de soma zero e não promovem o confronto de blocos". Pequim prometeu só em novembro US$ 1,5 bilhão (R$ 7,7 bilhões) aos países da organização para combater a COVID-19 e promover a recuperação econômica nos próximos três anos.
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