Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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Sanções contra Rússia são eficazes apenas no papel, afirma premiê da Hungria

© Sputnik / Sergei Guneev / Abrir o banco de imagensPrimeiro-ministro húngaro, Viktor Orban
Primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban - Sputnik Brasil, 1920, 16.05.2022
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Sanções contra a Rússia são eficazes apenas no papel, na verdade "falha" aquele que impõe um bloqueio continental, disse em seu discurso o primeiro-ministro da Hungria Viktor Orban após sua reeleição.
"A Europa está convencida de que diferentes sanções podem pôr a Rússia de joelhos. Isso é possível no papel, e muitos políticos 'de papel' apresentam certas provas teóricas, mas, por mais que tente me lembrar, não me vem à cabeça um bloqueio continental que fosse eficaz. No entanto, eu vi como 'falharam' aqueles que a introduziram", disse premiê em discurso transmitido pelo canal de TV M1.
Orban considera que a crise energética e o aumento das taxas de juros conduzirão a uma era de recessão na Europa. Segundo ele, o conflito na Ucrânia e a política de sanções da União Europeia (UE) contra a Rússia provocaram a crise energética.

"Isso, junto com o aumento das taxas de juros nos EUA, iniciaram uma época de alta inflação. Tudo isso nos leva a uma era de recessão econômica", alertou o político citado pelo jornal Infostart.

O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban, chega ao Vaticano para se encontrar com o papa Francisco, em 21 de abril de 2022. - Sputnik Brasil, 1920, 05.05.2022
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Além disso, o primeiro-ministro húngaro observou que Bruxelas abusa do seu poder, reduz os poderes dos Estados-membros da UE e impõe a Budapeste cultura e ideologia alheias, mas a Hungria não cede.
"Bruxelas está tentando reduzir os poderes da Hungria e dos Estados-membros. Bruxelas abusa de seu poder e tenta nos impor algo que é alheio para nós. No entanto, continuamos a não permitir entrada aos migrantes, não permitimos ideologias de gênero e não aceitamos medidas econômicas que destruiriam as famílias húngaras", concluiu Orban.
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