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'Grotesca hipocrisia': Arreaza critica países que pedem que Venezuela aceite ajuda sem doar recursos

© AFP 2021 / Pedro Rances MatteyJorge Arreaza, ministro das Relações Exteriores da Venezuela, fala durante entrevista para agência AFP em Caracas, 7 de abril de 2021
Jorge Arreaza, ministro das Relações Exteriores da Venezuela, fala durante entrevista para agência AFP em Caracas, 7 de abril de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 21.04.2021
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Segundo o chanceler venezuelano, o governo do país sul-americano é criticado por negar "a entrada de ajuda humanitária", apesar de ela ser "a mais subfinanciada do mundo".

Jorge Arreaza, ministro das Relações Exteriores da Venezuela, disse que o financiamento dos programas das Nações Unidas (ONU) destinados a seu país geralmente conta com pouca verba, apesar de serem os mais demandados na mídia, o que ele chamou de "grotesca hipocrisia".

A mídia e os governos ocidentais vêm dizendo há anos que "Maduro nega a entrada de ajuda humanitária". Desde 2018, a ONU e o governo venezuelano concordaram em planos de resposta humanitária. A ONU solicita recursos e os mesmos países "interessados" se recusam a doá-los. Continua

A esta grotesca hipocrisia, vamos acrescentar que estes países impõem ou promovem sanções. A cooperação da ONU com a Venezuela é a mais subfinanciada do mundo e, ao mesmo tempo, a mais demandada em termos de meios. Esperamos que o acordo com o PAM (Plano de Alimentos Mundial) comece a reverter este absurdo paradoxo.

O plano, assinado em 2020, previa oferecer ajuda alimentar de US$ 762,5 milhões (R$ 4,25 bilhões) a 4,5 milhões de pessoas na Venezuela, com os seguintes objetivos:

  1. Garantir a sobrevivência e o bem-estar das pessoas mais vulneráveis;
  2. Contribuir para a sustentabilidade dos serviços essenciais e fortalecer a resiliência e a subsistência;
  3. Reforçar os mecanismos institucionais e comunitários para prevenir, mitigar e responder aos riscos de proteção.

Além disso, na segunda-feira (21), o PMA e Caracas acordaram um plano para abordar o programa de alimentação escolar envolvendo 1,5 milhão de estudantes, com um orçamento anual de US$ 190 milhões (R$ 1,06 bilhão), que, segundo Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, é "o primeiro passo em um conjunto de projetos ambiciosos".

Arreaza também questionou as afirmações de Julie Chung, subsecretária interina do Escritório de Assuntos do Hemisfério Ocidental do Departamento de Estado dos EUA, a respeito da assinatura do acordo entre a Venezuela, e o PAM e a ONU.

Se os EUA estão tão empenhados em aliviar as dificuldades, então devem [liberar] os recursos da Venezuela que eles raptaram em bancos internacionais, e suspender as sanções criminosas, que geram sofrimento a todos os venezuelanos em meio a uma terrível pandemia mundial.

Saudamos o acordo do Programa Mundial de Alimentos para fornecer assistência alimentar de emergência para 1,5 milhão de crianças na Venezuela. Os EUA continuam empenhados em aliviar o sofrimento do povo venezuelano. Esperamos que esta ajuda chegue rapidamente àqueles que precisam.

O governo da Venezuela denunciou que foi submetido a uma pressão sem precedentes, com a qual mais de US$ 7 bilhões (R$ 38,98 bilhões) foram bloqueados ao país nos últimos sete anos.

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