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Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta sexta-feira, 12 de março

© REUTERS / Tom BrennerPresidente dos EUA, Joe Biden, discursa sobre o combate à pandemia de COVID-19, na Casa Branca, Washington, EUA, 11 de março de 2021
Presidente dos EUA, Joe Biden, discursa sobre o combate à pandemia de COVID-19, na Casa Branca, Washington, EUA, 11 de março de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 12.03.2021
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Bom dia! A Sputnik Brasil está de olho nas principais notícias desta sexta-feira (12), na qual o Brasil poderá comprar doses da vacina russa Sputnik V, Biden aprova "auxílio emergencial" de cerca de US$ 1.4 mil para norte-americanos e China multa gigantes da Internet por monopólio.

Com apenas 3% da população global, Brasil acumula 10% das mortes mundiais por COVID-19

O Brasil vive o seu pior momento desde o início da pandemia, aponta a boletim quinzenal da Fiocruz. De acordo com a fundação, com apenas 3% da população global, o Brasil acumula 10% das mortes mundiais por COVID-19. O estado de São Paulo passa por momento difícil, com 53 cidades registrando 100% de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O governo do estado proibiu atividades religiosas coletivas, eventos esportivos e impôs toque de recolher das 20h00 às 5h00 entre os dias 15 a 30 de março. O Brasil registrou mais 2.207 mortes e 78.297 casos de COVID-19, totalizando 273.124 e 11.284.269, informou consórcio ente secretaria estaduais de saúde e veículos de imprensa.

© REUTERS / Diego VaraEnfermeira cuida de recém-nascido, após sua mãe ser diagnosticada com COVID-19, em Porto Alegre, 11 de março de 2021
Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta sexta-feira, 12 de março - Sputnik Brasil, 1920, 12.03.2021
Enfermeira cuida de recém-nascido, após sua mãe ser diagnosticada com COVID-19, em Porto Alegre, 11 de março de 2021

Nordeste vai mediar acordo entre Sputnik V e Ministério da Saúde

Nesta sexta-feira (12), o governador do estado da Bahia, Rui Costa (PT), vai mediar reunião entre o Fundo Russo de Investimentos Diretos (RFPI, na sigla em russo) e o Ministério da Saúde, para a aquisição de 39,6 milhões de doses da vacina contra a COVID-19 Sputnik V. Anteriormente, o Consórcio de Governadores do Nordeste havia anunciado a compra, mas teria pedido para que os governadores priorizassem a aquisição pelo governo federal, reportou o jornal O Globo.

"Concluímos agora a reunião com o ministro [da Saúde, general Eduardo Pazuello], ele disse que tem interesse, então solicitei que a gente fizesse reunião amanhã [sexta-feira, 12 de março], no primeiro horário, para amarrar isso", disse Rui Costa. "Se o Ministério adquirir para o país inteiro, ótimo. Se não, a Bahia assina amanhã o contrato com a Sputnik." O acordo prevê a entrega de 400 mil doses em março, 1.5 milhão em abril e dez milhões entre maio e julho.

© REUTERS / Ueslei MarcelinoPresidente do Brasil, Jair Bolsonaro (à esquerda), conversa com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello (à direita), em cerimônia no Palácio do Planalto, Brasília, 10 de março de 2021
Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta sexta-feira, 12 de março - Sputnik Brasil, 1920, 12.03.2021
Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (à esquerda), conversa com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello (à direita), em cerimônia no Palácio do Planalto, Brasília, 10 de março de 2021

Biden sanciona pacote de US$ 1,9 trilhão para combate à COVID-19

Nesta quinta-feira (11), o presidente dos EUA, Joe Biden, sancionou pacote de estímulo e ajuda econômica para combater os efeitos da pandemia de COVID-19 de US$ 1,9 trilhão (cerca de R$ 10,5 trilhões). Segundo ele, cerca de 85% das famílias norte-americanas receberão auxílio financeiro em cheques em torno de US$ 1,4 mil (cerca de R$ 7,7 mil) por pessoa. Os demais recursos serão alocados na aquisição de vacinas, aceleração da campanha de imunização e na ajuda a instituições de ensino e empresas. O documento foi aprovado pelo Senado dos EUA com algumas mudanças, como a retirada do aumento do salário mínimo federal do texto.

© REUTERS / Mike SegarPessoas acompanham cerimônia em homenagem às vítimas da COVID-19 em hospital de Nova York, EUA, 11 de março de 2021
Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta sexta-feira, 12 de março - Sputnik Brasil, 1920, 12.03.2021
Pessoas acompanham cerimônia em homenagem às vítimas da COVID-19 em hospital de Nova York, EUA, 11 de março de 2021

Europa aprova uso da vacina da Johnson & Johnson contra a COVID-19

Nesta quinta-feira (11), a Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês) aprovou o uso emergencial da vacina contra a COVID-19 desenvolvida pela farmacêutica Johnson & Johnson. Cerca de 200 milhões de doses da vacina devem ser fornecidas à União Europeia em 2021, com as primeiras entregas previstas para o mês de abril, informou a empresa em comunicado. O responsável pela campanha de vacinação francesa, Alain Fischer, comemorou a decisão, mas pediu cautela. A situação epidemiológica da França, especialmente da grande Paris, seria "extremamente preocupante", reportou a AFP. "Podemos dizer que as novas variantes são mais contagiosas e perigosas. Elas já representam mais de dois terços das infecções [pelo novo coronavírus] na França", alertou o ministro da Saúde francês, Olivier Véran.

© REUTERS / Ludovic MarinMinistro da Saúde da França, Olivier Véran, durante conferência de imprensa em Paris, França, 11 de março de 2021
Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta sexta-feira, 12 de março - Sputnik Brasil, 1920, 12.03.2021
Ministro da Saúde da França, Olivier Véran, durante conferência de imprensa em Paris, França, 11 de março de 2021

China multa 12 empresas por comportamento monopolista

Nesta sexta-feira (12), a Administração Estatal para Regulação de Mercado da China (SAMR, na sigla em inglês), informou a imposição de multa a 12 empresas por comportamento monopolista. Dentre elas, gigantes de tecnologia como a Baidu, Tencent, Didi Chuxing e o SoftBank. O governo também estuda impor multa à plataforma de e-commerce Alibaba. A empresa é acusada de punir vendedores que optam por vender seus produtos em plataformas concorrentes. A China intensificou a fiscalização de gigantes da Internet nos últimos meses, citando preocupações sobre o comportamento monopolista e potenciais violações dos direitos do consumidor.

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