18:07 14 Abril 2021
Ouvir Rádio
    Américas
    URL curta
    Pandemia de COVID-19 no mundo em meados de março de 2021 (83)
    420
    Nos siga no

    O presidente dos EUA, Joe Biden, sancionou nesta quinta-feira (11) o plano de auxílio econômico frente à COVID-19, avaliado em US$ 1,9 trilhão (cerca de R$ 10,6 trilhões), um dia antes do previsto.

    Ontem (10), a Câmara dos Representantes aprovou o texto final do pacote de estímulos proposto por Joe Biden para o combate à pandemia. A Casa já havia aprovado o projeto no final de fevereiro, mas teve que analisá-lo novamente após as alterações feitas no Senado.

    "Esta histórica lei trata da reconstrução da coluna vertebral deste país e para oferecer ao povo desta nação, aos trabalhadores, à classe média, às pessoas que constroem este país, uma chance de lutar", disse o presidente norte-americano antes de sancionar a lei.

    De acordo com o texto do plano, os cidadãos norte-americanos que recebem menos de 75.000 dólares (cerca de R$ 420.000) por ano, e os casais que, somados, não recebem mais de 150 mil dólares (R$ 838 mil), terão direito a uma parcela única de 1.400 dólares (R$ 7,8 mil).

    Além disso, as pessoas com rendimento inferior a 150.000 dólares (R$ 838.000) anuais, receberão, até setembro, um benefício de 300 dólares (R$ 1.676) por semana em caso de desemprego.

    A lei também destina US$ 125 bilhões (cerca de R$ 700 bilhões) para a reabertura de escolas e outros US$ 40 bilhões (R$ 223 bilhões) para as universidades.

    Em relação às vacinas anti-COVID-19, o texto estabelece uma quantia de US$ 20 bilhões (cerca de R$ 110 bilhões) para o seu desenvolvimento e distribuição, e outros US$ 48,3 bilhões (R$ 270 bilhões) para apoiar os esforços destinados a mitigar a propagação do vírus.

    Farmacêutico se veste de super-herói para aplicar vacina contra a COVID-19 em idosos, Collegeville, Pensilvânia, EUA, 7 de março de 2021
    © REUTERS / Hannah Beier
    Farmacêutico se veste de super-herói para aplicar vacina contra a COVID-19 em idosos, Collegeville, Pensilvânia, EUA, 7 de março de 2021

    Além disso, outros 29 bilhões de dólares (R$ 162 bilhões) serão destinados ao setor gastronômico e mais 350 bilhões (quase R$ 2 trilhões) para os trabalhadores de setores essenciais, como profissionais de saúde, policiais e professores, com o objetivo de fazer com que eles mantenham os seus empregos.

    Os Estados Unidos perderam mais de 21 milhões de postos de trabalho durante o segundo trimestre de 2020, o momento em que houve o fechamento mais severo de sua economia devido à pandemia. Desse total, pelo menos dez milhões de postos de trabalho ainda não foram recuperados até agora.

    Em 2020, o Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA registrou uma queda de 3,5%, a maior em mais de sete décadas, depois de marcar um crescimento de 2,2% no ano anterior. 

    Tema:
    Pandemia de COVID-19 no mundo em meados de março de 2021 (83)

    Mais:

    EUA: aumento de mortes por COVID-19 aponta avanço de variantes, dizem autoridades
    Maior autoridade sobre COVID-19 nos EUA alerta: vem aí a 4ª onda da pandemia no país
    Coreia do Sul e EUA limitam duração de exercício militar conjunto devido à COVID-19
    Tags:
    COVID-19, Joe Biden, economia, pandemia, EUA
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar na SputnikComentar no Facebook
    • Comentar