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Brasil começa a receber vacina de Oxford em janeiro, informou o ministro da Saúde

© Folhapress / FramePhotoGeneral Eduardo Pazuello toma posse como ministro da Saúde após ficar 4 meses no cargo de forma interina
General Eduardo Pazuello toma posse como ministro da Saúde após ficar 4 meses no cargo de forma interina - Sputnik Brasil
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O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, declarou nesta quarta-feira (2) que o Brasil receberá 15 milhões de doses da vacina de Oxford contra a COVID-19 entre janeiro e fevereiro.

O acordo para a vacina do laboratório AstraZeneca, desenvolvida em parceria com a Universidade de Oxford e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), prevê o recebimento de 100 milhões de doses do imunizante no primeiro trimestre.

Ao participar de uma audiência no Congresso sobre o processo de entrega de vacinas no Brasil, Pazuello afirmou que "são muito poucas as fabricantes que têm a quantidade e o cronograma de entrega efetivo para o nosso país".

"Quando a gente chega ao final de negociação e vai para cronograma de entrega e fabricação, os números são pífios. Números em grande quantidade, realmente, se reduzem aí a uma, duas, três ideias. A maioria fica com números muito pequenos para o nosso país", afirmou o ministro da Saúde.

Ele criticou as campanhas publicitárias em torno das vacinas, afirmando que, quando a compra está para ser efetivada, o "preço não é bem aquele e a qualidade não é bem aquela". "Então, quando a gente aperta, as opções diminuem bastante", completou.

© REUTERS / Dado RuvicVacina AstraZeneca
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Vacina AstraZeneca

Além disso, o ministro afirmou que, através da participação no consórcio Covax Facility, o Brasil teria garantido mais 42 milhões de doses, levando o total já negociado para pouco mais de 300 milhões de doses.

"O Brasil aderiu a esse consórcio desde o desenvolvimento das vacinas, já com opção de compra, recebimento de 42 milhões de doses, que poderá ser de uma das dez fabricantes [que participam da Covax]. Inclusive a própria AstraZeneca ou a Pfizer, por exemplo. Estão no consórcio", disse o ministro.

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