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Venezuela retruca pedido de 'eleições presidenciais livres' de países bálticos: 'Cuidem da sua vida'

© Sputnik / Yevgeny Odinokov / Abrir o banco de imagensEncontro entre chanceleres da Venezuela e Rússia, Jorge Arreaza e Sergei Lavrov, respectivamente
Encontro entre chanceleres da Venezuela e Rússia, Jorge Arreaza e Sergei Lavrov, respectivamente - Sputnik Brasil
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Jorge Arreaza respondeu à declaração conjunta de Estônia, Letônia e Lituânia sobre pedido de "eleições presidenciais livres", ligando a posição dos países bálticos a uma subserviência aos EUA.

O ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Jorge Arreaza, recomendou que os países bálticos "tirem as mãos da Venezuela". O conselho foi dado após os ministros das Relações Exteriores da Estônia, da Letônia e da Lituânia emitirem uma declaração expressando apoio a um "governo de transição".

Lituânia, Letônia e Estônia? Com todo o respeito... Será que eles conseguiriam localizar a Venezuela em um mapa? Terão eles revisado primeiro o direito internacional ou o direito constitucional venezuelano? Será isso apenas uma formalidade exigida por Washington? Recomendação: tirem as mãos da Venezuela e cuidem da sua vida.

O comunicado conjunto de Lituânia, Letônia e Estônia apelava para eleições presidenciais na Venezuela.

"Os ministros bálticos das Relações Exteriores, Urmas Reinsalu, Edgars Rinkevics e Linas Linkevicius, expressaram seu apoio a um processo moldado e impulsionado pelos venezuelanos para estabelecer em breve um governo de transição inclusivo que levará o país a eleições presidenciais livres e justas."

"Todas as instituições estatais venezuelanas devem ser incluídas neste processo. A situação humanitária, social e política na Venezuela continua se deteriorando, o que ressalta a necessidade de uma transição política pacífica e inclusiva que restaure a democracia", afirmaram os ministros em uma declaração publicada nos sites das chancelarias de cada um dos países.

O documento assegura ainda que a pandemia da COVID-19 torna urgente "pôr um fim ao status quo" no país sul-americano.

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