23:00 11 Agosto 2020
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    Pandemia da COVID-19 no mundo em meados de julho (46)
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    A empresa farmacêutica russa R-Pharm entrou em acordo com a biofarmacêutica AstraZeneca para produzir a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford na Rússia, inclusive para a exportação para 30 a 50 países.

    O fundador e presidente do conselho da R-Pharm, Aleksei Repik, declarou nesta sexta-feira (17) que foi assinado um contrato sobre a produção e o fornecimento de uma vacina contra a COVID-19 desenvolvida pela AstraZeneca e pela Universidade de Oxford, usando as capacidades tecnológicas da R-Pharm para implementar o projeto.

    "Além disso, a R-Pharm atuará como uma espécie de hub para suprimentos de vacinas para um grande número de países - para 30 a 50 países, incluindo o Oriente Médio, incluindo o Sudeste Asiático, Europa, naturalmente a CEI, e naturalmente a Rússia. Naturalmente, a Rússia é sempre uma prioridade para nós", disse Repik ao canal Rossiya 24.

    Na última quinta-feira (16), o Centro Nacional de Cibersegurança do Reino Unido (NCSC), ao comentar uma operação para identificar ataques de hackers que afetam empresas farmacêuticas e cientistas, alegou que hackers russos ligados à inteligência teriam tentado roubar dados sobre o desenvolvimento de uma vacina para a COVID-19 de três países.

    O CEO do Fundo de Investimento Direto da Rússia (RDIF), Kirill Dmitriev, afirmou que "não havia necessidade de roubar nada da Oxford", porque a AstraZeneca já estava em discussão com uma das empresas do portfólio R-Pharm para produzir as vacinas de Oxford na Rússia.

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    Pandemia da COVID-19 no mundo em meados de julho (46)

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    Tags:
    Oxford, Rússia, novo coronavírus, vacina, COVID-19
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