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    Pandemia da COVID-19 no mundo em meados de julho (46)
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    A Universidade de Oxford, Reino Unido, testou as vacinas que têm desenvolvido desde abril, e disse que protege tanto com anticorpos como com células T, outro mecanismo de defesa contra vírus.

    A vacina produzida pela Universidade de Oxford, Reino Unido, que oferece "dupla defesa" contra o novo coronavírus, terminou sua primeira fase de testes, e se revelou eficaz, relata o jornal The Telegraph.

    "Posso lhes dizer que agora sabemos que a vacina de Oxford cobre ambas as bases: ela produz tanto uma célula T como uma resposta de anticorpos", disse uma fonte anônima à mídia.

    Ao contrário dos anticorpos, que atacam diretamente um vírus, as células T ajudam a criar os anticorpos e atacam as células infectadas. As células T também podem se manter no corpo durante anos, segundo o jornal.

    Estudos sobre coronavírus têm mostrado que os anticorpos de coronavírus desaparecem após algum tempo, dependendo do paciente.

    Segundo outra afirmação anônima, até então "tudo vai bem" com a experiência, cujas vacinas foram oferecidas a 500 voluntários desde abril, mas que os resultados ainda não provam uma resposta imunológica eficaz em longo prazo. O estudo deverá ser publicado na revista médica Lancet na segunda-feira (20).

    Em abril, a vacina de Oxford foi testada com sucesso em macacos rhesus, e em junho começaram os testes em grande escala da vacina no Brasil, paralelamente aos britânicos.

    No final de abril, a gigante farmacêutica britânica AstraZeneca, que produzirá a vacina desenvolvida em Oxford, anunciou que se a vacina se mostrar eficaz, em outubro a empresa poderá "fornecer um número suficiente [de doses], dando prioridade à população do Reino Unido".

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    Pandemia da COVID-19 no mundo em meados de julho (46)

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    Tags:
    The Telegraph, Oxford, Universidade de Oxford, Reino Unido, COVID-19
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