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    Em meio à crescente tensão no golfo Pérsico marcada pela "chegada" de submarino israelense e implantação de navios de guerra dos EUA, o MRE do Irã expressou esperança de desescalada perante a chegada da próxima administração à Casa Branca.

    No entanto, a República Islâmica não se deixa intimidar, chegando a afirmar que está preparada para "qualquer cenário".

    Teerã lamentou o aumento dos movimentos militares de Washington no golfo Pérsico.

    O secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Ali Shamkhani, ressaltou na segunda-feira (28) em um tweet que o aumento da "mobilidade" militar dos Estados Unidos não é mais do que um "show de provocação" gerado pelo "medo das consequências" das transgressões passadas na área.

    "O aumento da mobilidade militar dos EUA na região é um show de preocupação e medo por causa dos males do passado que aumentam a entropia da insegurança e levam a danosos mal-entendidos. A segurança na região só pode ser alcançada através da remoção de forças estrangeiras contrárias à instabilidade", escreveu Ali Shamkhani.
    Porta-aviões norte-americano Abraham Lincoln ao lado de caças F-18 durante exercícios no golfo Pérsico
    © AP Photo / Hassan Ammar
    Porta-aviões norte-americano Abraham Lincoln ao lado de caças F-18 durante exercícios no golfo Pérsico

    As declarações de Shamkhani surgem com Washington e Teerã estando em alerta sobre os seus respectivos movimentos antes do aniversário de uma sucessão de eventos que ocorreram no final de 2019 e início de 2020 que exacerbaram as relações já muito tensas entre os dois países.

    Recentemente, o porta-voz das Forças de Defesa de Israel (FDI), Hidai Zilberman, afirmou ao jornal saudita Elaph que os submarinos operacionais israelenses estão "em todo o lado".

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    Tags:
    Oriente Médio, Irã, Forças Armadas dos EUA, Israel, submarino nuclear, tensão militar, tensão regional
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