23:27 27 Outubro 2020
Ouvir Rádio
    Oriente Médio e África
    URL curta
    4711814
    Nos siga no

    Parlamentar iraniano reage ao assassinato de alto comandante militar pelas forças dos EUA apontando quantas bases dos EUA são suscetíveis a ataques iranianos.

    Trinta e seis bases militares dos EUA estão dentro do alcance das Forças Armadas iranianas, declarou o chefe do Comitê Nacional de Segurança e Política Externa do parlamento, Mojtaba Zulnur.

    "Se os norte-americanos apontarem contra nossas forças em outros países da região, para nós será ainda mais simples e fácil apontar contra os americanos."

    Neste contexto, o parlamentar lembrou que a base dos EUA mais próxima do Irã se encontra no Bahrein.

    Os comentários foram feitos após um ataque dos EUA ter eliminado o alto comandante iraniano Qassam Soleimani.

    Destroços em chamas próximos ao aeroporto internacional de Bagdá. De acordo com grupos paramilitares iraquianos, três mísseis dos EUA teriam atingido o aeroporto, em 3 de janeiro de 2020
    © REUTERS / Social Media
    Destroços em chamas próximos ao aeroporto internacional de Bagdá. De acordo com grupos paramilitares iraquianos, três mísseis dos EUA teriam atingido o aeroporto, em 3 de janeiro de 2020

    Anteriormente, o Pentágono assumiu a autoria dos ataques realizados no aeroporto internacional de Bagdá, que resultaram na morte do comandante da força Quds, nesta sexta-feira (3).

    Os ataques também vitimaram o vice-comandante das milícias xiitas iraquianas, Abu Majid al-Muhandis, que havia sido apontado pelo secretário de Estado dos EUA como responsável pela invasão da Embaixada dos EUA em Bagdá por militantes xiitas, no dia 31 de janeiro.

    Mais:

    'Mau comportamento': chefe do Pentágono ameaça o Irã com ataque preventivo
    Irã promete se vingar dos EUA pela morte do general iraniano Soleimani
    Assassinato de comandante iraniano pode elevar confronto entre EUA e Irã a novo nível, diz mídia
    Tags:
    Quds, ataque, Irã, EUA
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar na SputnikComentar no Facebook
    • Comentar