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    Pela primeira vez, as tropas russas entraram na cidade síria de Raqqa, que durante vários anos foi considerada a "capital" do Daesh (grupo terrorista proibido na Rússia e em outros países).

    Os militares foram ao local para distribuir ajuda humanitária: dois mil pacotes de alimentos foram entregues aos moradores da cidade.

    Médicos militares russos chegaram igualmente à cidade síria, preparados para prestar assistência altamente qualificada a todos os necessitados.

    A infraestrutura de Raqqa foi completamente destruída durante a operação de sua libertação, conduzida pela coalizão internacional liderada pelos EUA, disse a jornalistas o oficial do Centro Russo de Reconciliação na Síria, Vladimir Varnavsky.

    "Milhares de civis foram vítimas de ataques aéreos e de artilharia indiscriminados. A cidade ainda não concluiu o trabalho de remoção de escombros, desminagem da área, há falta de água potável, medicamentos e alimentos", complementou.

    Cidade destruída

    Os terroristas do Daesh capturaram Raqqa na primavera de 2013, quando pelo menos 250.000 pessoas fugiram de lá. Em 2014, a cidade foi declarada capital do grupo terrorista.

    Exército sírio entra na cidade de Ein Issa, ao norte de Raqqa, no dia 14 de outubro de 2019
    © AP Photo / SANA
    Exército sírio entra na cidade de Ein Issa, ao norte de Raqqa, no dia 14 de outubro de 2019

    Em outubro de 2017, Raqqa foi libertada após uma operação de vários meses das Forças Democráticas da Síria (FDS) com o apoio da aviação da coligação internacional, mas ficou destruída durante os combates e ainda não foi restaurada.

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    Tags:
    ajuda humanitária, Raqqa, grupo terrorista, Daesh, Síria, militares russos
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