03:51 15 Outubro 2019
Ouvir Rádio
    Soldados israelenses bloqueando estrada na fronteira com o Líbano na cidade de Metula, norte de Israel, 4 de dezembro de 2018

    Liga Árabe: Israel persegue interesses eleitorais alimentando tensão na fronteira com Líbano

    © AP Photo / Ariel Schalit
    Oriente Médio e África
    URL curta
    454
    Nos siga no

    Ahmed Aboul Gheit, secretário-geral da Liga Árabe (LAS), disse que a atual escalada de violência na fronteira entre Israel e Líbano atende aos interesses eleitorais de Tel Aviv.

    Ahmed Aboul Gheit cobrou uma posição da comunidade internacional e afirmou que Israel precisa ser contido para impedir que a situação saia do controle.

    "O secretário-geral está acompanhando os desenvolvimentos em torno do bombardeio dos territórios localizados na fronteira entre Israel e Líbano com preocupação e manifesta total solidariedade da Liga de Estados Árabes com o estado libanês ... O confronto armado pode sair de controle ... A comunidade internacional é responsável por restringir as ações de Israel, que são tomadas por interesses eleitorais domésticos ", informou um comunicado da Liga Árabe.

    A Liga Árabe também manifestou a esperança de que Beirute não caia nas provocações.

    No domingo, os drones israelenses lançaram combustíveis inflamáveis ​​em um bosque libanês na proximidade da fronteira com Israel em uma operação anti-Hezbollah, provocando incêndios.

    Em resposta, vários mísseis anti-tanque foram disparados do Líbano para atingir instalações no norte de Israel, levando as forças armadas israelenses a disparar cerca de 100 projéteis nos assentamentos do sul do Líbano.

    A escalada da violência ocorre menos de três semanas antes das eleições parlamentares de Israel.

    Beirute se opôs repetidamente às operações anti-Hezbollah de Israel em seu espaço aéreo, insistindo que estas violam a soberania do país e a Resolução 1701 do Conselho de Segurança da ONU.

    Tags:
    drones, Hezbollah, Israel, Líbano
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik
    • Comentar