14:27 03 Junho 2020
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    Louisiana continua sendo um dos estados norte-americanos mais assolados pelo coronavírus, mas nem mesmo a estatística trágica do coronavírus impede um pastor de realizar serviços religiosos em sua paróquia.

    Apesar de ter sido anteriormente preso por violar as ordens da quarentena que proíbem aglomerações públicas, Tony Spell, pastor da Igreja do Tabernáculo em Louisiana, declarou ao portal TMZ que não se sentiria culpado pela morte de fiéis pela COVID-19 por terem comparecido a uma reunião religiosa.

    "Como qualquer revolucionário, fanático ou como qualquer pessoa puramente religiosa, a morte olha para eles como um amigo bem-vindo", afirmou o pastor em entrevista por vídeo, adicionando que "verdadeiros cristãos não se importam em morrer. Eles temem viver com medo".

    Ao ser perguntado se prefere que os fiéis vão à paróquia e sejam infectados ou que os fiéis permaneçam em casa e saudáveis, o pastor reiterou que "as pessoas que preferem tirania ao invés da liberdade não merecem liberdade".

    "Pessoas estão trancadas em suas casas há 23 dias como prisioneiras", declarou Tony Spell, salientando que a prestação de serviços religiosos on-line através de aplicativos não é uma opção viável.

    Em março, o governador de Louisiana, John Bel Edwards, emitiu uma ordem de quarentena em casa para evitar a propagação do vírus que já levou a vida de mais de 650 pessoas apenas somente em Louisiana.

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    Tags:
    cristãos, religião, COVID-19, novo coronavírus, pastor, EUA
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