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    Bom dia! A Sputnik Brasil acompanha os destaques desta sexta-feira (16), marcada pela chegada de remédios do "kit intubação" da China, pela decisão do STF favorável a Lula e crescimento recorde da economia chinesa.

    Brasil recebe medicamentos do 'kit intubação' vindos da China

    Na noite desta quinta-feira (15), lotes de medicamentos do chamado "kit intubação" provenientes da China chegaram ao aeroporto de Guarulhos, no estado de São Paulo. Os medicamentos foram comprados por empresas como a Petrobras, Vale, Klabin e Raízen e serão doados ao Ministério da Saúde. A pasta informou que os 2,3 milhões de medicamentos devem ser distribuídos nesta sexta-feira (16). Outra notícia boa é a que a taxa de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) manteve ritmo de queda em estados como São Paulo. O estado está com 85,3% dos leitos de UTI ocupados, uma queda de 7% em relação ao início de abril. O Brasil confirmou mais 3.774 mortes e 80.529 casos de COVID-19, totalizando 365.954 óbitos e 13.758.093 diagnósticos da doença, informou consórcio entre secretarias estaduais de saúde e veículos de imprensa.

    Cores do comitê olímpico brasileiro são projetadas na estátua do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, 14 de abril de 2021
    © AP Photo / Lucas Dumphreys
    Cores do comitê olímpico brasileiro são projetadas na estátua do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, 14 de abril de 2021

    STF mantém anulação das condenações de Lula

    Nesta quinta-feira (15), o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou o recurso apresentado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e manteve a anulação das condenações do ex-presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, no âmbito da operação Lava a Jato. A decisão foi apreciada pelo plenário da corte e terminou com placar de oito votos favoráveis ao ex-presidente Lula (Barroso, Cármen Lúcia, Fachin, Lewandowski, Mendes, Moraes, Toffoli e Weber) e três contra (Fux, Nunes Marques e Mello). Com a decisão, Lula permanece elegível e pode concorrer à presidência da República em 2020. O presidente, Jair Bolsonaro, lamentou a decisão e entrou em clima de campanha durante transmissão ao vivo a apoiadores: "Lula vai ser candidato. Tira eu do combate, quem seria o outro que iria com o Lula para o segundo turno?".

    Apoiadora do ex-presidente Lula participa de ato em frente ao Supremo Tribunal Federal, em Brasília, 15 de abril de 2021
    © REUTERS / Adriano Machado
    Apoiadora do ex-presidente Lula participa de ato em frente ao Supremo Tribunal Federal, em Brasília, 15 de abril de 2021

    Democratas querem ampliar Suprema Corte dos EUA

    Parlamentares do Partido Democrata lançaram campanha pela expansão da Suprema Corte dos EUA de nove para 13 juízes. Para eles, a expansão é necessária por suposto desequilíbrio na composição da corte, após o ex-mandatário, Donald Trump, formar maioria conservadora de 6-3 no principal tribunal norte-americano. "Estamos aqui hoje porque a Suprema Corte dos EUA está quebrada, desequilibrada, e precisa ser consertada", disse o senador democrata Ed Markey, durante conferência de imprensa nesta quinta-feira (15). Republicanos rejeitam a proposta, alegando ser uma tentativa democrata de impor a agenda do presidente Joe Biden sem restrições.

    Senador democrata, Ed Markey, em palanque escrito expanda a corte, na frente da Suprema Corte dos EUA, Washington, 15 de abril de 2021
    © REUTERS / James Lawler Duggan
    Senador democrata, Ed Markey, em palanque escrito "expanda a corte", na frente da Suprema Corte dos EUA, Washington, 15 de abril de 2021

    Com nova onda de COVID-19, Índia começa a importar vacinas

    Após vender milhões de doses de vacinas de COVID-19 para o exterior, a Índia enfrenta escassez de imunizantes, conforme nova onda de infecções do coronavírus avança sobre o país. Nova Deli sela acordos com países como a Rússia para importar imunizantes contra a doença. Hospitais na região metropolitana de Nova Deli estão lotados com pacientes dividindo leitos e atrasos nos serviços funerários, reportou a Reuters. A Índia ultrapassou o Brasil em número de casos de COVID-19, ao reportar 217 mil novos casos somente nas últimas 24 horas, apontaram dados do Ministério da Saúde do país. Em número de mortes, no entanto, o Brasil segue na frente da Índia. Segundo país mais populoso do mundo, a Índia confirmou mais de 14 milhões de casos de COVID-19 e 174.308 mortes, segundo dados da Universidade Johns Hopkins (EUA).

    Pacientes com COVID-19 dividem leito em hospital em Nova Deli, Índia, 15 de abril de 2021
    © REUTERS / Danish Siddiqui
    Pacientes com COVID-19 dividem leito em hospital em Nova Deli, Índia, 15 de abril de 2021

    Economia chinesa cresce 18,3% no 1º trimestre

    A economia chinesa cresceu a ritmo recorde no primeiro trimestre de 2021, conforme o país se recupera de forte retração em função da pandemia de COVID-19. O aumento de 18,3% no PIB em relação ao mesmo período do ano passado é creditado sobretudo ao aumento no consumo interno, informou o Bureau de Estatísticas da China, nesta sexta-feira (16). "De acordo com estatísticas preliminares, o produto interno bruto do país atingiu 24,931 bilhões de yuans [cerca de R$ 22 trilhões], um aumento de 18,3%", declarou o bureau. O aumento no emprego urbano também teria sido um dos motores do crescimento, com 2.97 milhões de postos de trabalhos criados entre 2020 e 2021. A taxa de desemprego chinesa para março ficou em 5.3%, uma queda de 0.2% em relação ao mesmo mês do ano passado.

    Pessoas usam máscaras durante compras em shopping na capital chinesa, Pequim, 13 de abril de 2021
    © AP Photo / Ng Han Guan
    Pessoas usam máscaras durante compras em shopping na capital chinesa, Pequim, 13 de abril de 2021

    Para CEO da Pfizer, 3ª dose 'provavelmente' será necessária

    O CEO da farmacêutica norte-americana Pfizer, Albert Bourla, declarou que a aplicação de terceira dose do imunizante será "provavelmente" necessária. A terceira dose seria aplicada de seis a 12 meses após a segunda, para garantir a imunização prolongada contra o novo coronavírus. "Um cenário possível é que provavelmente haverá a necessidade de uma terceira dose, entre seis e 12 meses [após a segunda]", disse Bourla em entrevista ao canal norte-americano CNBC. Segundo ele, a vacinação contra a COVID-19 poderá ser anual. A farmacêutica ainda não é capaz de determinar por quanto tempo dura a imunidade gerada pela vacina contra a COVID-19. Bourla defendeu o preço do imunizante praticado pela empresa, garantindo que a mesma não vai lucrar com a venda da vacina a países pobres.    

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    Tags:
    economia, China, Índia, EUA, vacinação, pandemia, COVID-19, Lula, Brasil
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