09:43 10 Agosto 2020
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    Bom dia! A Sputnik Brasil acompanha as notícias mais relevantes desta sexta-feira (31), marcada pela infecção nos pulmões de Bolsonaro, pela aprovação de Weintraub no Banco Mundial e pela repreensão dada a Trump quanto ao adiamento das eleições dos EUA.

    Bolsonaro diz estar com infecção nos pulmões

    Durante transmissão, o presidente Jair Bolsonaro declarou na noite desta quinta-feira (30) que passou a tomar antibióticos após ter sentido fraqueza e realizado exames de sangue que detectaram "um pouco de infecção" nos pulmões, depois de ter passado 20 dias de repouso em razão do coronavírus. Sem dar detalhes do quadro clínico, o presidente chegou até a brincar, dizendo que estaria com "mofo" no pulmão. O Palácio do Planalto informou ontem (30) que a primeira-dama Michelle Bolsonaro deu positivo para COVID-19, garantindo que seu estado de saúde é bom e que ela seguirá os protocolos para tratamento da doença. Leia mais sobre o caso da primeira-dama

    Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, ao lado de sua esposa Michelle Bolsonaro no Palácio do Planalto, em Brasília, Brasil
    © REUTERS / Adriano Machado
    Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, ao lado de sua esposa Michelle Bolsonaro no Palácio do Planalto, em Brasília, Brasil

    Banco Mundial aprova Abraham Weintraub como diretor-executivo

    O ex-ministro da Educação Abraham Weintraub foi aprovado como diretor-executivo do conselho da instituição com sede em Washington (EUA), comunicou o Banco Mundial na noite desta quinta-feira (30). Weintraub, que deixou o MEC em junho em meio a uma série de polêmicas, é alvo de dois inquéritos, um que apura suposto racismo contra chineses e outro que investiga ameaças a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele foi indicado para o Banco Mundial pelo governo do presidente Jair Bolsonaro e representará um grupo de nove países. No entanto, a indicação precisava ser confirmada pelos demais integrantes do conselho que Weintraub vai liderar.

    Ex-ministro da Educação Abraham Weintraub
    © Foto / Agência Brasil /Marcelo Camargo
    Ex-ministro da Educação Abraham Weintraub

    Trump enfrenta repreensão por sugerir adiar eleições

    O presidente Donald Trump sugeriu adiar as eleições de 3 de novembro nos EUA (por causa da alegada ameaça de fraude eleitoral na votação por correio), uma ideia imediatamente rejeitada pelos democratas e republicanos no Congresso - o único órgão com autoridade para fazer essa mudança. Os republicanos da Câmara e do Senado, que passaram os últimos quatro anos defendendo Trump no Congresso, também se distanciaram da proposta de adiar a eleição, informou a AP nesta sexta-feira (31). Eles asseguraram aos eleitores que a eleição se realizaria no dia constitucionalmente estabelecido, como acontece há mais de dois séculos. Leia mais sobre o assunto

    Presidente dos EUA, Donald Trump, na frente de uma bandeira norte-americana durante visita à sede nacional da Cruz Vermelha em Washington, EUA, 30 de julho de 2020
    © REUTERS / Carlos Barria
    Presidente dos EUA, Donald Trump, na frente de uma bandeira norte-americana durante visita à sede nacional da Cruz Vermelha em Washington, EUA, 30 de julho de 2020

    Brasil tem mais de 2,6 milhões de infectados por COVID-19

    Nas últimas 24 horas, foram registrados no Brasil 58.271 novos casos e 1.189 óbitos pelo novo coronavírus, indica levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de saúde, totalizando 2.613.789 infectados e 91.377 mortes. No mundo, mais de 17,3 milhões de pessoas já foram infectadas pelo novo coronavírus, enquanto 673,2 mil morreram, segundo dados da Universidade Johns Hopkins.

    Mulher sendo testada para COVID-19 pelo Instituto Butantan em Quilombo Peropava, em Registro, São Paulo, Brasil, 29 de julho de 2020
    © REUTERS / Amanda Perobelli
    Mulher sendo testada para COVID-19 pelo Instituto Butantan em Quilombo Peropava, em Registro, São Paulo, Brasil, 29 de julho de 2020

    Cientistas russos e americanos juntam-se no combate à pandemia

    Não obstante a animosidade a nível político, cientistas russos e norte-americanos se uniram para cooperar em "todas as áreas relacionadas ao coronavírus, sua natureza, tratamento e medidas de prevenção", disse a Academia de Ciências da Rússia (RAS). A RAS e as academias nacionais de Ciências, Medicina e Engenharia dos EUA assinaram um acordo, nesta sexta-feira (31), via Zoom, sobre o trabalho conjunto em uma ampla variedade de áreas relacionadas à COVID-19, como epidemiologia, virologia e fisiopatologia da infecção, além de simulações matemáticas e computacionais da disseminação do novo coronavírus.

    Cientistas realizam testes em uma amostra de água no laboratório de pesquisa e análise Eau de Paris, em Ivry-sur-Seine, Paris, França
    © REUTERS / Benoit Tessier
    Cientistas realizam testes em uma amostra de água no laboratório de pesquisa e análise Eau de Paris, em Ivry-sur-Seine, Paris, França

    EUA ampliam sanções contra Irã visando programa nuclear

    O secretário de Estado norte-americano Mike Pompeo disse em uma declaração na quinta-feira (30) que a administração Trump iria expandir as suas sanções contra o Irã para cobrir 22 materiais adicionais utilizados em vários programas iranianos. O líder supremo iraniano, Ali Khamenei, respondeu nesta sexta-feira (31) que não interromperá o desenvolvimento de seus mísseis balísticos ou programas nucleares e que as sanções de Washington tornaram Teerã mais forte e mais autossuficiente.

    Secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, usando máscara no Senado, em Washington, EUA, 30 de julho de 2020
    © REUTERS / Greg Nash/Pool
    Secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, usando máscara no Senado, em Washington, EUA, 30 de julho de 2020

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    Tags:
    programa nuclear, infecção, Banco Mundial, Abraham Weintraub, sanções, Irã, Mike Pompeo, mortos, infectados, eleições, Donald Trump, pandemia, COVID-19, novo coronavírus, Michelle Bolsonaro, Jair Bolsonaro, Brasil
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