15:35 11 Julho 2020
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    Bom dia! A Sputnik Brasil acompanha as notícias mais relevantes desta sexta-feira (29), marcada pelas 100 mil vítimas fatais da COVID-19 nos EUA, pela adoção da nova lei de segurança nacional em Hong Kong e pela decisão da ONU de adiar a conferência do clima.

    Brasil registra mais de mil mortes por coronavírus pelo 3º dia consecutivo

    De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil registra 438.238 casos de COVID-19 e 26.754 vítimas fatais. Nas últimas 24 horas, foram confirmadas mais 1.256 mortes e 26 mil novos casos no país. Um dia após o anúncio da flexibilização da quarentena, aumentou o número de novos casos no estado mais atingido pela COVID-19, São Paulo, com 6.382 confirmações, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde.

    Funcionários do cemitério de São João Batista carregam caixão de vítima de COVID-19, no Rio de Janeiro, em 28 de maio de 2020
    © REUTERS / Pilar Olivares
    Funcionários do cemitério de São João Batista carregam caixão de vítima de COVID-19, no Rio de Janeiro, em 28 de maio de 2020

    Números da economia

    Nesta sexta-feira (29), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) irá divulgar os dados do Produto Interno Bruto (PIB) do 1º trimestre, revelando o impacto da pandemia na atividade econômica do país. Na parte da manhã, o Banco Central também divulgará o resultado de abril das contas públicas. Em março, as contas fecharam com um déficit primário superior a R$ 23 bilhões, número que deve aumentar ainda mais no mês de abril.

    EUA ultrapassam 100 mil mortes e hospitais reveem uso da hidroxicloroquina

    Os EUA ultrapassaram a marca de 100 mil mortos por COVID-19 em somente quatro meses. O número é duas vezes superior ao das baixas do país durante a Guerra do Vietnã, informou a CNN. Após a Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos países suspenderem os testes com a hidroxicloroquina para tratamento da COVID-19, hospitais nos EUA estão revendo a prescrição do medicamento para pacientes infectados com o novo coronavírus, informou a Reuters.

    Farmacêutico norte-americano mostra comprimido de hidroxicloroquina, remédio usado contra a malária, em Provo, estado de Utah, EUA, 27 de maio de 2020.
    © REUTERS / George Frey
    Farmacêutico norte-americano mostra comprimido de hidroxicloroquina, remédio usado contra a malária, em Provo, estado de Utah, EUA, 27 de maio de 2020.

    Autoridades locais de Minnesota querem Guarda Nacional para conter protestos

    As autoridades municipais da cidade norte-americana de St. Paul, no estado de Minnesota, solicitaram a mobilização da Guarda Nacional para conter os protestos contra o recente assassinato de um americano negro pela polícia. Manifestantes atearam fogo em uma delegacia e saquearam supermercados pelo terceiro dia consecutivo. A morte aconteceu nesta segunda-feira (25), em Minneapolis, quando um policial abordou a vítima, George Floyd, suspeita de fazer compras com notas falsas em um supermercado, e ajoelhou-se em cima de seu pescoço durante oito minutos. Floyd não resistiu e faleceu no local.

    Manifestante observa prédio em chamas próximo da delegacia de polícia em Minneapolis, no estado de Minnesota, EUA, 27 de maio de 2020
    © REUTERS / Adam Bettcher
    Manifestante observa prédio em chamas próximo da delegacia de polícia em Minneapolis, no estado de Minnesota, EUA, 27 de maio de 2020

    Retirada do status especial de Hong Kong pelos EUA é 'faca de dois gumes', diz governo local

    Nesta sexta-feira (29), o presidente dos EUA, Donald Trump, irá anunciar a sua resposta à aprovação, por Pequim, da nova lei de segurança nacional aplicada à região de Hong Kong. "Não estamos satisfeitos com a China", disse Trump, nesta quinta-feira (28). O governo da região autônoma declarou que "qualquer sanção será uma faca de dois gumes, que irá prejudicar não só os interesses de Hong Kong, mas também os interesses dos EUA". Na expectativa de dificuldades nas relações entre os EUA e a China, a bolsa de Tóquio opera em baixa e o preço do ouro está em alta nos mercados asiáticos.

    Presidente da China, Xi Jinping, discursa no encerramento do Congresso Nacional do Povo, com transmissão em telão, em Pequim, na China, 28 de maio de 2020
    © REUTERS / Tingshu Wang
    Presidente da China, Xi Jinping, discursa no encerramento do Congresso Nacional do Povo, com transmissão em telão, em Pequim, na China, 28 de maio de 2020

    ONU adia conferência do clima por um ano, em função da pandemia

    As Nações Unidas anunciaram o adiamento da conferência sobre o clima COP-26 por um ano, em função da pandemia do novo coronavírus. A COP-26 deveria ser a conferência mais relevante para os esforços multilaterais de combate às alterações climáticas desde os Acordos de Paris de 2015. Centenas de líderes mundiais haviam confirmado a presença no evento, que deveria decorrer no Reino Unido. A nova data, ainda provisória, para a celebração da COP-26 é 1º de novembro de 2021, em Glasgow, na Escócia.

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    Tags:
    Conferência do Clima, ONU, China, eua, COVID-19, Brasil
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