05:44 28 Julho 2021
Ouvir Rádio
    Europa
    URL curta
    COVID-19 no mundo no início de janeiro de 2021 (75)
    0 21
    Nos siga no

    "A Alemanha receberá mais de 130 milhões de doses da vacina contra a COVID-19, o suficiente para todos", disse o ministro da Saúde do país, Jens Spahn, nesta quarta-feira (6).

    Spahn acrescentou que espera os primeiros lotes da vacina desenvolvida pela Moderna na próxima semana, segundo declarações do ministro publicadas pela Reuters.

    O ministro alemão tem enfrentado críticas — inclusive de seus aliados políticos conservadores — por a Alemanha não ter conseguido obter vacinas suficientes e estar sendo muito lenta na sua campanha nacional de vacinação.

    O ministro da Saúde da Alemanha, Jens Spahn, durante coletiva de imprensa.
    © REUTERS / Tobias Schwarz
    O ministro da Saúde da Alemanha, Jens Spahn, durante coletiva de imprensa.

    A Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês) aprovou nesta quarta-feira (6) a vacina da Moderna, a segunda empresa a obter essa autorização no continente depois da Pfizer e da BioNTech.

    Antes de a vacinação ser amplamente difundida pelo país, a Alemanha confirmou na terça-feira (5) mais uma extensão das medidas de restrição social. Outros governos da Europa também endureceram as medidas de isolamento para conter a COVID-19 no continente.

    ​A chanceler, Angela Merkel, anunciou a extensão do lockdown em todo o território nacional até o fim de janeiro. Segundo Merkel, o objetivo da medida é reduzir as transmissões a um ponto em que o rastreamento de todos os casos seja possível.

    Tema:
    COVID-19 no mundo no início de janeiro de 2021 (75)

    Mais:

    Alemanha pode impor sanções à Rússia por assassinato de suposto terrorista da Geórgia
    Alemanha registra 1º caso de cepa 'britânica' de coronavírus
    Alemanha: Merkel anuncia extensão do lockdown até o fim de janeiro
    Tags:
    vacina, novo coronavírus, COVID-19, pandemia, governo, saúde, Europa, Alemanha
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar na SputnikComentar no Facebook
    • Comentar