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    Mundo enfrenta coronavírus no final de dezembro (111)
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    A empresa anunciou na terça-feira (22) que está testando seu imunizante contra a cepa mutante do novo coronavírus que foi encontrada no Reino Unido e em outros países.

    A farmacêutica norte-americana Moderna espera que sua vacina contra a COVID-19 seja eficaz contra as novas cepas do SARS-CoV-2 que foram descobertas recentemente no Reino Unido.

    "Com base nos dados [disponíveis] até o momento […]. [Espera-se] que a imunidade induzida pela vacina Moderna COVID-19 seja protetora contra as variantes do vírus SARS-CoV-2 descritas recentemente no Reino Unido. Realizaremos testes adicionais da vacina nas próximas semanas para confirmar essa expectativa", afirmou a empresa em comunicado reproduzido pelo tabloide britânico Daily Mail.

    Na semana passada, Londres anunciou que uma nova cepa de coronavírus foi detectada no país, acrescentando que a nova variante era até 70% mais transmissível do que outras variantes do SARS-CoV-2. Diversos países decidiram proibir os voos vindos do Reino Unido para tentar impedir a chegada dessa nova cepa. No entanto, não há evidências de que a nova variante seja mais patogênica.

    Vacina contra COVID-19 da Moderna
    © REUTERS / Eduardo Munoz
    Vacina contra COVID-19 da Moderna

    Na quarta-feira (23), o ministro da Saúde britânico, Matt Hancock, disse que uma segunda nova variante do SARS-CoV-2 supostamente originária da África do Sul foi encontrada no país. Nesta quinta-feira (24), o Reino Unido proibiu a entrada de passageiros da África do Sul.

    No início desta semana, os desenvolvedores da vacina russa disseram que o Sputnik V seria eficaz contra qualquer mutação do novo coronavírus, incluindo as novas cepas, enquanto o cofundador da BioNTech garantiu ser "altamente provável" que a vacina da empresa funcione contra a variação detectada no Reino Unido.

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    COVID-19, novo coronavírus, vacina, Reino Unido
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