20:33 09 Maio 2021
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    Mundo enfrenta coronavírus no final de dezembro (111)
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    O diretor-geral do Fundo Russo de Investimentos Diretos (RFPI), Kirill Dmitriev, afirmou que a vacina Sputnik V tem eficácia contra a nova mutação do coronavírus SARS-CoV-2 detectada na Europa.

    Durante assinatura de memorando entre o RFPI e outras organizações ligadas com a produção de vacinas no combate à COVID-19, Dmitriev declarou hoje (21):

    "Também confirmamos que, de acordo com nossas informações, a Sputnik V é altamente eficaz contra a nova mutação do vírus encontrada na Europa. É tão eficaz contra ela quanto contra as cepas existentes", disse ele na cerimônia de assinatura de um memorando de intenções entre o Centro Nacional de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya, as farmacêuticas R-Farm e AstraZeneca para cooperar no desenvolvimento de uma vacina contra o coronavírus.

    Parceria com o Ocidente

    O diretor-geral também sublinhou a disposição da Rússia de cooperar com outros países para melhor combater a pandemia:

    "Estamos também prontos a cooperar, em particular com os países ocidentais, para fornecer a Sputnik V, por exemplo, àquelas categorias de cidadãos que têm alergias graves e que, como resultado de novas informações de que uma série de outras vacinas causam reações alérgicas graves, não podem usá-las. Estamos prontos para fornecer a Sputnik V aos países ocidentais, inclusive para esta categoria de pessoas."

    Vacina segura

    Do evento também participou o diretor-geral do Centro Gamaleya, Aleksandr Gintsburg.

    Na ocasião, ele reafirmou a segurança da Sputnik V, desenvolvida pelo seu centro.

    "A vacina Sputnik V passou na primeira, segunda e terceira fases de testes clínicos, tendo demonstrado total segurança, alta eficácia imunológica e 100% de significância epidemiológica. Atualmente, com base em 30.000 voluntários residentes em Moscou, foi demonstrado que, destes voluntários vacinados, nenhum ficou doente com a forma moderada ou grave desta infecção, não tendo sido necessária qualquer hospitalização", declarou.

    No último sábado (19), o governo britânico decidiu não aliviar as restrições de circulação de pessoas no Reino Unido durante as celebrações de fim de ano após evidências apontarem para a existência de uma nova mutação do coronavírus SARS-CoV-2 no país.

    A nova variante do vírus poderia ser 70% mais transmissível que a versão já conhecida. Para impedir a propagação da mutação, diversos países suspenderam os voos de para o Reino Unido.

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    Mundo enfrenta coronavírus no final de dezembro (111)

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    Tags:
    Sputnik V, COVID-19, mutação, novo coronavírus
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