20:48 23 Fevereiro 2020
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    Considerado uma prévia do PIB, o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) do Banco Central indicou um crescimento da economia brasileira de 0,89% em 2019, anunciou nesta sexta-feira (14) o Banco Central.

    Trata-se do terceiro ano consecutivo de alta. No entanto, o PIB revisado de 2018 foi maior: 1,3%.

    A estimativa do mercado e do governo para o crescimento do país em 2019 é de 1,12%. A previsão do Banco Central, por sua vez, é de 1,2%. 

    De novembro a dezembro de 2019, o IBC-Br recuou 0,27%. Mas em comparação com o mesmo mês de 2018, dezembro apresentou alta de 1,28%. 

    Divulgado todos os meses desde 2010, o IBC-Br é uma prévia do crescimento econômico do país. O índice abrange os setores agropecuário, indústria e serviços, assim como impostos sobre os produtos.

    O PIB oficial do país, que será divulgado em 4 de março, é medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e considera o resultado de todos os bens e serviços produzidos em determinado período.

    Para 2020, o mercado financeiro estima uma alta de 2,3% para o PIB - mas a crise do coronavírus na China pode puxar o índice para baixo. 

    Outros indicadores

    Alguns números oficiais de 2019 já foram divulgados. No ano passado, a produção industrial teve queda de 1,1%. 

    Puxada pela alta da carne, a inflação no Brasil encerrou 2019 em 4,31%, resultado acima do centro da meta do governo, de 4,25%, mas dentro da margem de tolerância de 1,5 ponto percentual.

    A taxa de desemprego do país no quarto trimestre de 2019 foi de 11%, caindo 0,8 ponto percentual em relação ao trimestre de julho-setembro (11,8%). Já a taxa média anual recuou de 12,3% em 2018 para 11,9% em 2019.

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    Tags:
    desemprego, indústria, crescimento, economia, IBGE, coronavírus, China, inflação, PIB, Banco Central, Brasil
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