02:44 23 Outubro 2021
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    O Comando do Exército da China mobilizou suas forças navais e aéreas, incluindo navios de guerra, aeronaves de alerta precoce e bombardeiros, para patrulhar as águas e o espaço aéreo a sudoeste da ilha de Taiwan e conduzir exercícios militares.

    A implantação militar ocorre após a passagem na área nesta sexta-feira (17) do destróier norte-americano USS Barry, que foi qualificada pelo governo de Pequim como provocação.

    "Tais provocações frequentes dos EUA demonstram plenamente que são um destruidor da paz e da estabilidade no estreito de Taiwan e um criador de risco em todo o estreito de Taiwan", afirmou hoje (18) Shi Yi, porta-voz do Comando do Teatro Oriental.

    Os referidos exercícios do Exército chinês têm como objetivo "melhorar as capacidades operacionais integradas", disse Shi Yi, indicando que se planeja organizá-los "regularmente" em função da situação no estreito de Taiwan e da necessidade de proteger a soberania e a segurança nacional.

    ​O Exército da China rastreou e monitorou as ações do destróier USS Barry enquanto ele navegava ontem pelo estreito de Taiwan. A frequente criação de problemas pelos EUA demonstra que são um desestabilizador da paz, estabilidade e originador de riscos de segurança ao longo do estreito de Taiwan.

    Por sua vez, a 7ª Frota dos EUA afirmou em comunicado que o "trânsito programado" do destróier de mísseis guiados USS Barry da classe Arleigh Burke pelo estreito de Taiwan decorreu "em águas internacionais e em conformidade com o direito internacional".

    Nesta semana, Taiwan propôs um financiamento militar adicional de US$ 8,69 bilhões (R$ 46 bilhões) nos próximos cinco anos, incluindo a compra de novos mísseis, em um esforço de renovação de seu arsenal perante "ameaças sérias" da China.

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    Tags:
    navio de mísseis, EUA, tensão militar, China, Estreito de Taiwan
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