15:52 20 Setembro 2020
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    Os Sistemas Avançados de Gerenciamento de Batalhas (ABMS, na sigla em inglês) foram projetados para coletar, processar e compartilhar informações com forças aliadas em tempo real.

    Estes cachorros robóticos foram submetidos a testes em campo de batalha, e até foram alvejados.

    Os comandantes do Exército dos EUA investiram US$ 3,3 bilhões (R$ 17,5 bilhões) em cinco anos para desenvolver estas máquinas de guerra. Os sistemas incluem redes 4G e 5G, sistemas de computação em nuvem e inteligência artificial.

    Segundo informações, eles proporcionam "níveis sem precedentes" de prontidão e tomada de decisões.

    Durante treinamentos a bordo de um avião C-130 da Força Aérea aterrissando em uma pista de pouso possivelmente hostil, os cães robóticos foram enviados para o exterior para detectar ameaças antes que os humanos sejam expostos a elas, revela CNN.

    O responsável por aquisições, tecnologia e logística da Força Aérea, Will Roper, disse que os soldados vão lidar com "uma quantidade vertiginosa de informações" nos campos de batalha do futuro.

    "Valorizar os dados como um recurso de guerra, tão essencial e não menos vital que combustível de avião ou satélites, é a chave para as guerras de próxima geração", afirmou.

    Os cachorros eletrônicos são apenas um elo daquilo que os militares dos EUA chamam de Sistemas Avançados de Gerenciamento de Batalhas.

    ABMS usa inteligência artificial e análise rápida de dados para detectar e combater ameaças aos recursos militares dos EUA no espaço e possíveis ataques contra o país com mísseis ou outros armamentos.

    Os treinamentos mais recentes de ABMS, conduzidos de 31 de agosto a 3 de setembro, envolveram todos os ramos militares dos EUA, incluindo a Guarda Costeira, além de dezenas de equipes da indústria, e decorreram em 30 locais por todo o país.

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    Tags:
    inteligência artificial, exercícios militares, Força Aérea dos EUA, robôs militares, robô
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