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    COVID-19 no mundo no fim de novembro (67)
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    Coronavírus pode manter sua atividade em diferentes superfícies durante vários dias devido à formação de uma película microscópica depois da evaporação de gotas respiratórias.

    Mais de 99,9% de gotículas provenientes da respiração evaporam em poucos minutos, embora na superfície permaneça sua película microscópica, onde sobrevivem as partículas de vírus, de acordo com pesquisa de cientistas do Instituto Indiano de Tecnologia de Mumbai publicada na revista científica Physics of Fluids.

    Essa película evapora em tempos diferentes, dependendo do material da superfície em que se formou. Por exemplo, para aço inoxidável e cobre este período é de 24 e 16 horas, respectivamente. Nas superfícies feitas de polipropileno a película pode permanecer até 150 horas.

    Os números são baseados em experimentos usando simulação por computador e realizados em laboratório e, provavelmente, na realidade seriam mais baixos devido à presença de diferentes variáveis, sublinham os cientistas Rajneesh Bhardwaj e Amit Agrawal.

    "A maior surpresa para nós foi que a secagem dessa película microscópica demora horas. Isso mostra que [...] a película nanométrica em evaporação lenta oferece um ambiente necessário para a sobrevivência do coronavírus", disse Bhardwaj.

    Os resultados da pesquisa destacam a necessidade de limpar regularmente as superfícies para prevenção da infecção pelo coronavírus SARS-CoV-2, segundo cientistas.

    O Brasil já registrou 6.118.708 casos, 170.115 mortes e 5.509.645 pacientes recuperados da COVID-19. No mundo há 59.787.369 casos confirmados, 1.409.639 mortes e 38.282.339 pacientes recuperados do coronavírus.

    Tema:
    COVID-19 no mundo no fim de novembro (67)

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    Tags:
    vírus, pandemia, novo coronavírus, COVID-19
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