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    Situação do mundo com COVID-19 em meados de junho (50)
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    Segundo uma pesquisa de cientistas norte-americanos e vietnamitas, os animais expostos em mercados têm alta probabilidade de estarem infectados com doenças tais como as provocadas por coronavírus.

    Os mercados com animais selvagens são uma "bomba-relógio" de patógenos, relata a versão preliminar de um estudo publicado no portal bioRxiv na quarta-feira (10) por cientistas do Vietnã e dos EUA.

    O estudo examinou amostras de material biológico, de sangue a fezes, de animais vendidos em explorações e mercados no Vietnã em 2013 e 2014, onde a carne de ratos, morcegos, porcos-espinhos e outras espécies exóticas é considerada uma iguaria.

    Durante a pesquisa eles encontraram vestígios de seis tipos de patógenos da família Coronaviridae, incluindo os betacoronavírus que possuem o agente que provoca a COVID-19.

    Após utilizarem a reação em cadeia da polimerase (RCP), uma técnica para copiar pequenos segmentos de DNA, os cientistas detectaram diferentes coronavírus em, por exemplo, 34% dos ratos de campo (239 de 702) e 74,8% dos morcegos insetívoros criados em fazendas (234 de 313) adjacentes a habitações humanas.

    Segundo a versão oficial, a doença do novo coronavírus (COVID-19) começou a se espalhar em Wuhan, China, antes de ultrapassar as fronteiras do país e se tornar uma pandemia.

    Tema:
    Situação do mundo com COVID-19 em meados de junho (50)

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    Tags:
    China, Wuhan, COVID-19, DNA, EUA, Vietnã
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