13:22 24 Agosto 2019
Ouvir Rádio
    Oceano Pacífico (foto de arquivo)

    Criatura marinha com aparência bizarra que come pedra e expele areia é flagrada em Vídeo

    © Sputnik / Roman Denisov
    Ciência e tecnologia
    URL curta
    170

    Lithoredo abatanica é um organismo branco que possui um aspecto vermiforme e pode crescer até um metro de comprimento.

    Trata-se do teredo, popularmente conhecido como cupim do mar, uma criatura marinha vermiforme que ingere pedras e excreta areia, que tem sido estudado em pormenor pela primeira vez.

    A espécie Lithoredo abatanica foi descoberta em 2016, mas os cientistas têm estado investigando as funções do organismo deste molusco e como ele vive.

    Trata-se de uma criatura grossa que pode crescer até um metro de comprimento e vive em água doce, de acordo com a Science Magazine.

    Criatura que possui dentes capazes de mastigar pedra

    Ele foi encontrado pela primeira vez na ilha de Bohol (Filipinas) e os pesquisadores publicaram os resultados das suas investigações na revista científica Proceedings of the Royal Society B.

    Esta criatura escorregadia atormentou os marinheiros por centenas de anos, danificando a madeira com que eram feitos os navios.

    Os cupins do mar usam sua carapaça, que está coberta por milhares de dentes minúsculos invisíveis, para perfurar a madeira.

    Esta espécie de cupim do mar recém-descoberta possui menos dentes, mas esses dentes são mais grossos e são usados pela criatura para perfurar pedra.

    "Nós colocamos alguns destes moluscos em um aquário improvisado, e podíamos ver como eles expeliam pequenas partículas de areia", disse a doutora J. Reuben Shipwy, escreve tabloide britânico Mirror.  

    Desta forma os cupins do mar extraem nutrientes existentes em pedras, ou talvez o seu processo digestivo possa servir para outro propósito.

    Mais:

    Cientistas descobrem nova forma de vida no fundo oceânico
    Tags:
    cientistas, molusco, animais marinhos
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik
    • Comentar