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    COVID-19 no final de março de 2021 no Brasil (116)
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    Segundo o Ministério da Saúde, todos os estados brasileiros e o Distrito Federal estão com um "estoque crítico" de abastecimento de medicamentos para intubação de pacientes.

    O secretário de Atenção Especializada à Saúde do órgão, coronel Luiz Otávio Franco Duarte, admitiu, nesta terça-feira (30), que houve um "desequilíbrio nacional muito rápido".

    Em meio a escalada no número de mortes por COVID-19 e o colapso em hospitais de diversas cidades do país, Duarte anunciou que o governo federal vai receber a importação de novos produtos para intubação através da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

    Segundo ele, o governo também tem conversas com a Espanha e com uma multinacional com sede no Brasil para receber doações. Há ainda uma "tentativa de doação" junto à União Europeia.

    "Para essa semana, dependo de atitudes diretas com a indústria nacional", disse ao ressaltar que não há a perspectiva de que as importações cheguem nos próximos dias, conforme noticiado pelo Estadão.
    Profissional da saúde em Unidade de Tratamento Intensiva (UTI) para pacientes com COVID-19 em São Paulo.
    © REUTERS / Amanda Perobelli
    Profissional da saúde em Unidade de Tratamento Intensiva (UTI) para pacientes com COVID-19 em São Paulo.

    O levantamento do ministério aponta que todas as unidades federativas estão ficando sem bloqueadores musculares, sendo que 18 também sofrem com a escassez de sedativos (Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Groso do Sul, Mato Grosso, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins).

    Além disso, nove estão com abastecimento insuficiente de analgésicos (Acre, Amapá, Alagoas, Distrito Federal, Ceará, Maranhão, Roraima, Rio de Janeiro e Tocantins).

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    Tags:
    Ministro da Saúde, saúde, Brasil, hospitais, internação, pandemia, novo coronavírus, COVID-19
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