17:31 27 Julho 2021
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    Brasil lidando contra COVID-19 no final de janeiro de 2021 (92)
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    Em evento que reuniu secretários municipais de Saúde, o ministro garantiu que já conversou com o embaixador chinês sobre a importação de novos insumos para os imunizantes e afirmou que ainda haverá uma "avalanche" de propostas de vacinas.

    O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, negou, nesta quinta-feira (21), que haja atraso na importação de insumos da China para a produção de novas vacinas contra a COVID-19. Segundo ele, não existe um entrave político ou diplomático, e sim "burocrático".

    O ministro disse que o contrato da Fiocruz prevê a entrega até o dia 31 de janeiro e o do Butantan até 10 de fevereiro.

    "Ainda não está atrasado, mas estamos nos antecipando. Ainda não posso acionar a empresa que fizemos a encomenda, só posso acionar e acionarei no primeiro dia de atraso, que é final de janeiro", afirmou Pazuello, citado pela Folha, em evento do Conasems, conselho que reúne secretários municipais de Saúde, para lançamento de uma plataforma para capacitação de 94 mil profissionais do setor para o processo de vacinação.

    Até o momento, as doses dos imunizantes já distribuídas no país abrangem apenas 2,8 milhões de pessoas. Nesta quinta-feira (21), o Ministério da Saúde informou em nota que o Brasil receberá dois milhões de vacinas de Oxford produzidas na Índia na tarde desta sexta-feira (22).

    ​Sobre a negociação com a China, o ministro garantiu que já conversou com o embaixador chinês. "Ele vai fazer as gestões necessárias e colocou para mim que não há discussão política e diplomática, e sim burocrática, e vai ver onde está o entrave e ajudar a destravar", afirmou.

    O ministro disse ainda que, entre o final de janeiro e o começo de fevereiro, haverá uma "avalanche" de laboratórios apresentando propostas para enviar vacinas ao Brasil. Em seguida, Pazuello pediu que a população confie no SUS.

    "Temos que ter atenção e muito cuidado para colocar todas elas disponíveis o mais rápido possível dentro da segurança e eficácia", afirmou.

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    Brasil lidando contra COVID-19 no final de janeiro de 2021 (92)

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    Vacina CoronaVac, vacina, vacinação, Ministro da Saúde, saúde, China, pandemia, COVID-19
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