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    COVID-19 no Brasil em meados de janeiro de 2021 (97)
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    Encerrada a votação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre o uso emergencial de vacinas no Brasil, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse em entrevista coletiva que o governo começa nesta segunda (18), às 7 horas, a distribuição de vacinas para todos os estados.

    Em uma breve entrevista concedida neste domingo (17), o ministro da Saúde do Brasil fez diversas considerações sobre a vacinação no país e a reunião da Anvisa, que aconteceu mais cedo.

    Eduardo Pazuello assinalou que o governo começa a campanha de vacinação na quarta-feira (20), às 10 horas. A distribuição, segundo o ministro, será feita pela Força Aérea Brasileira (FAB) a "pontos focais" definidos por cada estado.

    "Está dado o primeiro passo para o início da maior campanha de vacinação do mundo contra o coronavírus", afirmou Pazuello, referindo-se à aprovação da CoronaVac e a da Universidade de Oxford pela Anvisa. As informações foram confirmadas pelo portal G1.

    "Poderíamos em um ato simbólico ou em uma jogada de marketing iniciar a primeira dose em uma pessoa, mas em respeito a todos os governadores, prefeitos e todos os brasileiros, o Ministério da Saúde não fará isso", acrescentou o ministro, em claro recado ao governador de São Paulo, João Dória.

    Pazuello afirmou que a aplicação da primeira dose da vacina em São Paulo é "uma questão jurídica" e está "em desacordo com a lei".

    ​"Todas as vacinas produzidas pelo Butantan estão contratadas de forma integral e de forma exclusiva para o Ministério da Saúde e para o PNI, todas, inclusive essa que foi aplicada agora. Isso é uma questão jurídica", afirmou Pazuello.

    O ministro enfatizou que as seis milhões de doses do Butantan serão distribuídas proporcionalmente aos estados. "Qualquer movimento fora desta linha está em desacordo com a lei".

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    Tags:
    COVID-19, vacinação, São Paulo, João Dória Jr, Brasil, Ministério da Saúde
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