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    COVID-19 no Brasil em meados de janeiro de 2021 (97)
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    O Instituto Butantan terminou de entregar na noite desta sexta-feira (15) todos os documentos necessários para análise do pedido de uso emergencial da vacina CoronaVac pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

    A agência marcou para esse domingo (17) a reunião que vai decidir sobre o pedido de uso emergencial para vacinas contra a COVID-19 no Brasil. Nessa reunião, a Anvisa vai decidir sobre a CoronaVac e a vacina da Fiocruz, desenvolvida pela Universidade de Oxford e o laboratório AstraZeneca.

    Segundo o Butantan, foram entregues as informações adicionais que ainda estavam pendentes desde quinta-feira (14). As informações foram publicadas pelo portal G1.

    A solicitação para o uso emergencial da CoronaVac foi feita pelo Instituto Butantan em 8 de janeiro, juntamente com os resultados da terceira fase de testes do imunizante no Brasil, mas a Anvisa alegou que a documentação estava incompleta.

    Funcionário do Instituto Butantan inspeciona dose da vacina CoronaVac contra a COVID-19, em São Paulo, Brasil, 12 de janeiro de 2021
    © REUTERS / Amanda Perobelli
    Funcionário do Instituto Butantan inspeciona dose da vacina CoronaVac contra a COVID-19, em São Paulo, Brasil, 12 de janeiro de 2021

    Conforme divulgado pelo Instituto Butantan, a eficácia global da CoronaVac nos testes no Brasil foi de 50,38%. O índice se refere à capacidade da vacina de proteger em todos os casos: leves, moderados ou graves.

    O prazo para a análise da Anvisa para o pedido de registro emergencial de uma vacina é de dez dias.

    Nesta sexta-feira (15), o Ministério da Saúde enviou um ofício ao Instituto Butantan pedindo a "entrega imediata" de seis milhões de doses da CoronaVac.

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    COVID-19 no Brasil em meados de janeiro de 2021 (97)

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    Tags:
    Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Anvisa, Instituto Butantan, Vacina CoronaVac, vacinação, vacina, novo coronavírus, COVID-19
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