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    Brasil luta contra COVID-19 no final de dezembro (60)
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    O governo do estado de São Paulo conseguiu fornecedores para menos da metade das 100 milhões de seringas previstas em 27 pregões eletrônicos, finalizados nesta quarta-feira (23).

    Os pregões escolheram as empresas que vão fornecer 50 milhões de seringas e 48,8 milhões de agulhas para a Secretaria Estadual de Saúde do estado. Inicialmente, o governo Doria pretendia comprar 100 milhões de kits, para atender a futura demanda da vacinação contra a COVID-19.

    Entre as empresas selecionadas, estão duas das três empresas que fabricam seringas no Brasil: a Becton Dickinson (BD) Indústrias Cirúrgicas e a Injex Indústrias Cirúrgicas. As informações foram publicadas pelo jornal Folha de S.Paulo.

    O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), o presidente do Butantan, Dimas Covas, e o secretário de Saúde do Estado, Jean Gorinchteyn, durante a chegada de mais um lote de 1,9 milhões de doses da vacina Coronavac no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo.
    © Folhapress / Suamy Beydoun/Agif
    O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), o presidente do Butantan, Dimas Covas, e o secretário de Saúde do Estado, Jean Gorinchteyn, durante a chegada de mais um lote de 1,9 milhões de doses da vacina Coronavac no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo.

    Nesta semana, o governador João Doria (PSDB) disse que o estado de São Paulo terá 10,8 milhões de doses disponíveis da vacina CoronaVac até o fim de 2020. As informações foram publicadas pelo jornal Folha de S.Paulo.

    Os preços das seringas a serem compradas oscilaram no pregão de R$ 0,16 por unidade a R$ 0,50 por unidade. Já o valor da agulha variou de R$ 0,09 centavos a R$ 0,17.

    O Ministério da Saúde anunciou que pretende adquirir 300 milhões de seringas e agulhas a partir de um pregão eletrônico marcado para a próxima terça-feira (29).

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    pregão, saúde pública, saúde, São Paulo, Vacina CoronaVac, vacinação, vacina, Brasil, COVID-19
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