21:43 03 Dezembro 2020
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    COVID-19 no Brasil em meados de outubro (54)
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    O vice-presidente Hamilton Mourão declarou nesta quinta-feira (22) que os estados poderão comprar a vacina CoronaVac com os seus recursos, caso o medicamento seja aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

    O Ministério da Saúde anunciou na última terça-feira (20) a compra de 46 milhões de doses da CoronaVac, produzida pela empresa chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. O presidente Jair Bolsonaro, no entanto, afirmou no dia seguinte que o governo "não vai comprar a vacina da China".

    O vice-presidente Mourão classificou a politização do assunto como "um problema", pedindo "calma" sobre o risco de judicialização do tema.

    "Todo mundo pode comprar. O estado pode comprar, os estados né, eles têm recursos também. Desde que a Anvisa certifique. A Anvisa só vai certificar aquilo que está comprovadamente testado", afirmou o vice-presidente.

    "Acho que está muita especulação em cima disso. Ontem a posição correta o Ministério da Saúde já colocou. O diretor da Anvisa também já colocou. Qualquer vacina que esteja comprovadamente testada e certificada pela Anvisa estará à disposição para ser adquirida", acrescentou.

    Em entrevista à rádio Jovem Pan na última quarta-feira (21), o presidente Jair Bolsonaro disse que não autorizará a compra da vacina CoronaVac, mesmo se a Anvisa registrar e certificar o medicamento. De acordo com ele, "já existe um descrédito muito grande por parte da população" em relação à vacina chinesa.

    Tema:
    COVID-19 no Brasil em meados de outubro (54)

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    Tags:
    Jair Bolsonaro, vice-presidente, General Mourão, Brasil, China, novo coronavírus, COVID-19
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