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    Mundo vs. pandemia do coronavírus no início de maio de 2021 (63)
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    A China está disposta a discutir a quebra de patentes de vacinas contra a COVID-19 na Organização Mundial do Comércio (OMC), informou a chancelaria do país nesta quinta-feira (6).  

    Na quarta-feira (5), o governo dos Estados Unidos afirmou que apoia a medida, o que representa um giro na posição da Casa Branca. No dia seguinte, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse que o país também pode apoiar a quebra das patentes.

    O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Wang Wenbin, disse que o país espera chegar a um acordo positivo e justo em relação ao tema. 

    "A parte chinesa está disposta a um diálogo construtivo no marco da OMC para conseguir um resultado justo e positivo", afirmou o funcionário chinês sobre a quebra das patentes de vacinas contra o coronavírus. 

    Países pobres recebem menos doses

    Vários países do mundo defendem atualmente o fim das patentes dos imunizantes para COVID-19. A medida também é apoiada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

    O argumento é de que a quebra das patentes pode facilitar uma fabricação mais generalizada das doses, aumentando a imunização global. Segundo dados da OMS, mais de 87% das doses aplicadas até abril foram administradas em países ricos. 

    Países pobres receberam apenas 0,2% da produção mundial, de acordo com a entidade. 

    O Brasil, na contramão da maioria dos países, e agora também dos Estados Unidos, ainda se opõe à quebra das patentes. 

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    Mundo vs. pandemia do coronavírus no início de maio de 2021 (63)

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    Tags:
    OMC, vacina, Vladimir Putin, Rússia, EUA, Brasil, China, pandemia, novo coronavírus, COVID-19
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